Dia das bruxas vem aí


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O Halloween está aí mais uma vez. Amem ou não, vamos combinar, já é uma data que traz alegria e motivo para festejar. E festejar muitas vezes significa se integrar. Afinal, o mundo é feito de pessoas, não é mesmo. Pessoas e bruxas (brincadeira).

Um pessoal de uma empresa que é cliente nosso enfeitou toda a área e já está comemorando hoje a data que celebra os monstrinhos (oficialmente dia 31). Abóboras, vassouras, morcegos e muito mais já estão decorando a sala. O objetivo é descontrair, valorizar a cultura e aproveitar para desligar-se do automático por alguns instantes. Olha que isso ajuda e muito, esse momento de integração é sempre positivo. Ou não é?

Falando em pergunta, tenho uma pra você: já se preparou para o Halloween por aí? Festa à fantasia? Caça aos doces com as crianças, comidinhas diferentes? Vamos lá, ainda dá tempo. É só se animar. Não vá passar em branco. Se não tiver jeito, conte uma história para uma criança, assista a um filme temático, ouça uma música que tenha a ver! Qualquer coisa vai ser melhor do que nada.

Os meus personagens – isso mesmo, tenho personagens – às vezes falam de bruxas e Halloween. Clique aqui para ler um conto super pequeno de uma das passagens mais hilárias (e horripilantes) que tivemos sobre a invasão da Terra por alienígenas. Bem no Dia das Bruxas!

Se preferir saber de perfumes, de fragrâncias sombrias de monstros e bruxas, leia esse outro aqui. Aproveite para pedir a sua essência diretamente para a Califórnia. Talvez não dê tempo mais de chegar até o dia 31, mas paciência. Antes tarde do que nunca.

Ou, quem sabe, você goste mesmo é de comida estranha, como essa aqui que o McDonald’s está oferecendo no Japão para comemorar a data mais amedrontadora que existe. Aliás, pensando bem, nem é tão estranha. O que você acha?

Ah, se gostar mesmo do Japão, loucamente, eis uma dica para passar o Halloween por lá. Veja aqui, mas confira se o lugar ainda existe, o post é do ano passado, tá?

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Ps. Tenho o blog Cachorros Fumantes há pouco mais de um ano, e acho sensacional ter um espaço para exercitar criatividade, texto e outras coisas mais para dar vida aos meus personagens. O projeto ainda está na fase de bebê, mas o resultado tem sido excelente – mais pela oportunidade de praticar mesmo. Ter um blog, na minha visão, ajuda pra caramba no trabalho, pois muita coisa que uso no dia a dia eu já testei por lá. Aprendi, errei, aperfeiçoei. Como dizem as meninas por aqui, super recomendo!

Qual influenciador você escolheria?


As empresas escolhem a dedo os seus influenciadores. Quer ver?

Vamos combinar que é comum ouvir e dizer que a criança segue o exemplo do pai ou da mãe, não é mesmo? Afinal, o filho enxerga neles os seus primeiros, e talvez mais importantes, ídolos para toda a vida. Mas a gente vai crescendo e, com isso, encontra outras pessoas referências, como amigos, professores, colegas de trabalho e mentores, entre outros.

Há também aqueles que a gente nem conhece de perto, mas em quem confiamos por algum motivo, ainda que nem saibamos por quê. Pode ser por lhes admirarmos profundamente pelo que fazem ou pelo que eles são ou apenas por termos alguma simpatia. Uma conexão, de qualquer tamanho.

É nisso que as empresas pensam quando escolhem seus influenciadores, seja um garoto-propaganda, um embaixador da marca, um famoso para a peça publicitária ou ação de merchandising e por aí vai, até chegar ao mundo digital.

Ainda que vivamos em um tempo onde celular, aplicativos, mídias sociais e conectividade, entre outros muitos termos, são personagens protagonistas para grande parte da sociedade, a coisa é muito nova. Nesse cenário digital, tem muita gente desconhecida fazendo sucesso. Mas como assim desconhecida?

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Vamos ajustar o raciocínio. São pessoas que carregam milhares de fãs na bagagem, mas que, por outro lado, muita gente nunca ouviu falar. Não é a mesma coisa de ator famoso de novela, de filme. Os meios se multiplicaram muito, e com essa descentralização ficou mais difícil saber de tudo, de todos.

Isso acontece na música também, como em outros muitos setores. Cada vez mais gente “famosa” que “ninguém conhece”.

Mas vejamos que nem tudo é dessa forma. Entre os “famosos desconhecidos” da internet tem muita gente se destacando. E as empresas estão de olho nas oportunidades que essas pessoas oferecem para as suas marcas.

Refrigerante – Veja a Coca-Cola. A empresa patrocinou a Olimpíada e, obviamente, esteve presente em ações do revezamento da tocha olímpica, que percorreu cerca de 20 mil quilômetros por todo País. O emblemático Urso da Coca-Cola também participou, ao lado de youtubers, pessoas famosas que divulgam seus vídeos no YouTube ou que ficam famosas por isso e se tornam influenciadores.

Mas como? O Urso?

Isso mesmo, a ideia da empresa foi unir esses influenciadores para que os fãs deles tivessem a chance de acompanhar de perto a experiência.

Participaram influenciadores “conhecidos”, como Bruna Vieira, Lucas Rangel, Felipe Castanhari, T3ddy, Carlos Santana, Pathy dos Reis, Júlio Cocielo, Mauro Nakada, Chris Figueiredo e Becca Pires.

Os momentos dos bastidores dessa road trip, como foi chamada a iniciativa, foram mostrados por meio de um site especial (issoeouro.cocacola.com.br) e por meio das redes sociais Instagram, Snapchat, Facebook e Twitter.

Banco – Da geladeira para a bolsa, vamos mudar de área na reflexão. O Itaú também entrou nessa. A direção de incluir influenciadores em sua comunicação. Sabe aquele comercial em que a marca desafiou as amigas de 60 anos Lilia e a Neuza a viverem uma tarde 100% digital, cheia de selfies, zapzaps e apps? Então, o banco preparou várias versões do #ChaDigitau (nome que a ação recebeu e que une ‘digital’ com ‘Itaú’) com influenciadores – Christian Figueiredo, Tavião, Pathy dos Reis e Kéfera.

Viu só como a marca achou um jeito maneiro de falar com o público jovem?

Agora, pra finalizar, pode-se pensar de ponta de língua alguns pontos-chaves que favorecem a escolha de determinados influenciadores, como a relevância que eles têm, o público que alcançam e de que forma alcançam, que valores trabalham, que linguagens usam. E por aí vai.

Como escolhem? As marcas geralmente não fazem isso sozinha; para decidirem os personas influenciadores com quem vão negociar, elas contam com o auxílio de suas agências de publicidade parceiras.

Uma das formas de fazer isso é ler o cenário por meio das ferramentas de monitoramento, que, aliás, temos aqui na Cadaris.

A especialista em marketing digital Martha Gabriel, bastante conhecida nessa área, fala disso e reforça a importância de monitorar. Assista a esse vídeo abaixo, é rapidinho, pouco mais de um minuto!

Mas o que mais pode ser importante nesse sentido? Vamos lá, esperamos a sua reposta, participe do nosso post na fanpage!

Aqui na Cadaris tem pokemon


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É fácil, é muuuuito legal e qualquer um pode jogar. Talvez esses sejam os três motivos principais que fizeram o jogo Pokemon Go viralizar em todo mundo. A Nintendo, que possui alguns direitos de Pokémon e uma fatia de participação na desenvolvedora do jogo, Niantic, teve o valor de suas ações dobrado nas duas semanas após o lançamento do jogo, o que adicionou US$ 12 bilhões ao valor de mercado da empresa.

Antes de se posicionar a favor ou contra, conheça os benefícios e os malefícios do jogo.

TABELA

Para quem nunca jogou e quer saber como funciona, aqui vai um tutorial, preparado especialmente para quem não tem tanta familiaridade com games de realidade aumentada ou pokemons.

Minha caça pokemon começou às 7h20 na Agência Cadaris.

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Aqui na Cadaris, nós temos a mente aberta. Tem gente que não vai nem tentar e outros que já vão virar meus concorrentes diretos. Let’s Catch, Let’s Rock! #pokemongo #letsrock #letscatch

 

GIF-se com moderação


Em uma de suas (inúmeras) atualizações recentes, o Facebook liberou o envio de GIFs animados pelo bate-papo e aplicativo Messenger.

Mas e no newsfeed?

Bem, desde 2015 dá para usar GIFs no newsfeed do Facebook. E esse tipo de arquivo, antigo, que até tinha caído em desuso, ganhou mais que um fôlego, virou uma febre.

Sempre de olho no que é hype, as empresas também se aproveitaram disso, e com toda razão. O problema é fazer isso do jeito certo. Cenas lamentáveis ocorrem quando a gente vê uma coisa sendo mal-usada. E ficamos com aquela cara…

O lance é respeitar as mídias. Use os GIFs como uma forma diferente de abordar seu público. O usuário, o fã, já espera uma determinada comunicação, e quando vê um GIF ele é surpreendido positivamente, pois reconhece na empresa uma aproximação com o dia a dia, mais amigável.

O GIF é majoritariamente reconhecido por ser uma comunicação fun, então isso deve ser explorado também pelas empresas, numa campanha mais leve, com um tema mais descontraído. É uma oportunidade para explorar a criatividade, se libertar dos guides e ousar.

Tá, mas como funciona?

O Facebook mostra o GIF ao usuário como se fosse um vídeo, usando a mesma configuração de reprodução estabelecida pelo usuário. No relatório de postagens da fanpage, o GIF possui as mesmas métricas de uma imagem estática.

Dá para usar GIFs também em anúncios no Facebook, sem esquecer a recomendação dos 20% de texto (não tem mais limite, mas também não tá liberadão) . Cuidado também para eles não serem luminosos ou granulados, pois correm o risco de serem reprovados pelo Team Zuckerberg. E lembre-se: GIF não tem som!

Então, fique de olho nas tendências da internet, os memes, as piadas, jargões e assuntos que podem gerar buzz. O que não significa simplesmente copiar a piada, ou postar vídeos de gatíneos, mas sim conhecer o público, seus interesses e comportamento. Isso renova o relacionamento e a comunicação da marca.

Por Fred Pimenta e Vivian Ferreira

Fonte: Facebook Business, Wallaroo Media.

Jornal da ABO: necessidade de mudança


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A Associação Brasileira Odontológica (ABO) sempre utilizou seu jornal como uma das ferramentas mais importantes para se comunicar com a classe odontológica, da qual fazem parte todos os seus associados e os representantes de suas seccionais e regionais em todo o País.

Com a publicação sendo feita há muito tempo pela mesma agência, a ABO sentiu a necessidade de mudar e inovar. E nesta busca encontrou a Cadaris, nos trazendo um desafio prazeroso.

Planejamento

O primeiro passo ficou por conta da equipe de Planejamento. Foi realizado um estudo gráfico, editorial e comercial de publicações setoriais, tanto na área de odontologia como de outros segmentos. A partir daí, foram levantados os pontos fortes da antiga publicação e o que deveria ser melhorado.

Todo este tudo foi traduzido para um novo projeto que não apenas envolveu a equipe de Planejamento, mas também contou com Redação, Arte e Financeiro.

Nova cara e foco no leitor

O novo projeto gráfico e editorial trouxe a proposta de reorganizar as informações, agora publicadas em seções mais abrangentes, e tornar a leitura mais ágil. O conceito visual alinhou-se à tendência instituída para reformulação dos principais jornais do país, como o Valor Econômico, Estadão e Folha.

Alguns elementos de revistas nacionais de grande circulação também serviram de inspiração para alguns detalhes visuais.

Encaramos a abordagem como a principal mudança. O intuito da Cadaris foi dar uma cara mais de jornalismo setorial e menos organizacional. Todas as alterações em termos de conteúdo foram baseadas nesta ideia.

Atualmente, o Jornal da ABO está iniciando seu terceiro ano depois das mudanças. A tiragem é de mil exemplares impressos que circulam a cada dois meses. A versão on-line também é disponibilizada no Portal da ABO (www.abo.org.br), facilitando o acesso para toda a classe odontológica.

Próxima edição

A edição mais atual do Jornal da ABO, de número 155, começa a ser distribuída no maior evento de odontologia da América Latina, o Ciosp – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, que acontece em janeiro.

Confira alguns dos destaques desta edição:

- Todas as informações sobre o cenário atual da nova habilitação em Odontologia Hospitalar;

- A responsabilidade dos cirurgiões-dentistas sobre os resíduos gerados em seu consultório e como descarta-los corretamente;

- Aposentadoria especial para dentistas: quais são as regras e como consegui-la;

- Dicas para ajudar os pacientes a deixar o cigarro;

- Além das ações das ABOs em todo o Brasil e os eventos da odontologia nacional.

Bastidores de um job: fomos conferir a exposição É o Bicho!


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Não resistimos à curiosidade e fomos conferir de pertinho a exposição É o Bicho!. Instalada na entrada lateral do Conjunto Nacional, que dá acesso à Rua Augusta, sentido bairro, a mostra exibe até 15 de dezembro obras de 22 artistas, entre pinturas, desenhos e fotografias (saiba mais aqui).

Assim que o visitante chega à exposição, se depara com um Display Totem triangular. Cada lado explica em detalhes as obras que a pessoa vai encontrar ao longo dos demais painéis que formam, paralelamente, um corredor. Para Renata e Guilherme, respectivamente de Planejamento e Criação da Cadaris, a experiência de ver finalizado um job, do qual participaram desde a concepção, foi muito enriquecedor. “A sensação de ver tudo prontinho foi muito boa, especialmente porque este job tem recebido muitos elogios, inclusive dos artistas que estão expondo as obras”, diz Renata.

Para Guilherme, a sensação é bem parecida. Ele acha que desenvolver uma identidade visual para uma exposição cultural o aproximou mais da função social do designer nos dias de hoje: ter o papel de deixar um evento cultural mais atrativo e chamativo para o público. “E é claro, quanto mais ‘buzz’ o trabalho fizer, mais agradável é a sensação”, comenta, acrescentando que a criação das peças É o Bicho! foi uma das primeiras que conseguiu visualizar fora da tela do computador.

Onde tudo começou

Renata conta que acompanhou o projeto desde o início: “Fui com o cliente visitar o local da exposição e conversei com o pessoal da Galeria Central, parceira da Hill’s nesta empreitada, para decidirmos a planta da exposição, bem como onde iriam entrar as artes feitas pela Cadaris”. Além de ajudar nas decisões, ela explica que também participou, com ideias, da elaboração do briefing que seria enviado para a Criação da agência.

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A criação das peças

De acordo com Guilherme, a criação de cada peça começou pelo que deveria guiar todo o resto: o logo.  “Fui o responsável por fazer a criação inicial do logo, mas contei com o apoio da equipe de Criação, especialmente do Maurício”, diz. O respaldo de todos, explica ele, foi fundamental para que o desenvolvimento criativo se alinhasse mais com as expectativas do cliente. Com o logotipo aprovado em mãos, a área passou a trabalhar nas peças de divulgação. “Talvez o folder tenha sido o mais desafiador por conter uma quantidade relativamente grande de texto, mas a identidade elaborada permitiu que o texto se encaixasse bem no espaço necessário, sem que o conceito visual se perdesse”.

Equipe:

Conceito: Guilherme Cohen

Planejamento: Renata Stocco

Diretor de Criação: Fred Pimenta

Diretor de Arte: Mauricio Stoppa

Arte e Diagramação: Maurício Stoppa e Guilherme Cohen

Edição e revisão: Balbina Arantes

Confira a seguir as fotos de algumas das obras da exposição:

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Salão Duas Rodas 2015 e o poder da pesquisa de campo


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Uma das partes fundamentais para o desenvolvimento de um novo projeto é a pesquisa. Este será o primeiro passo para chegar aonde todos querem: cliente satisfeito com seus objetivos alcançados e agência feliz e orgulhosa com o bom material que desenvolveu. A história da Cadaris com o Salão Duas Rodas (SDR) está dentro deste contexto.

Desde o início, em outubro de 2014, este trabalho cativou a equipe. Uma concorrência baseada no conceito criativo vindo de uma só palavra: liberdade. O diferencial que definiu a agência ganhadora (no caso, nós. Uhuu!) foi a base na qual estava fixada a ideia. Ou seja, a mensagem que pretendíamos passar por meio do slogan que criamos.

Para construir um storytelling de acordo com a experiência oferecida pelo SDR – tanto para quem busca de novos negócios quanto para apaixonado por motos e afins – fomos à fonte. Conversamos com motociclistas para entender o que significa liberdade neste universo e funcionou bem.

Com o slogan “O Mundo em Suas Mãos” demos andamento a todo o projeto que abrangeu tanto arte quanto texto nos materiais impressos da feira (de divulgação e exposição) e on-line, incluindo mídias sociais e-mail marketing.

Com uma linha conceitual muito bem traçada, o maior desafio foi conseguir adaptá-la à realidade dos três públicos do SDR: expositores, trade (varejo) e o motociclista. Tudo isso somado ao longo período de campanha: um ano de trabalho em parceria com o cliente até a realização do evento, passando pelas fases de vendas de espaço para expositores, convite para os varejistas e venda de ingressos para o grande público.

Segundo Fred Pimenta, nosso diretor de arte, apesar da agência já ter trabalhado com muita coisa grande, esta foi a primeira vez que encarou uma campanha que durou um longo período, o que exigiu ainda mais criatividade. “Em cima do conceito já muito bem estabelecido, tivemos de trabalhar em novas ideias para não ‘cansar’ o público com as mesmas peças”, conta.

Novas propostas de materiais foram surgindo ao longo do caminho e neste percurso surgiram novidades. Uma das coisas foi a criação de roteiro de spot para propagando em rádio e TV, trabalhado pela agência pela primeira vez. Para assistir, clique aqui.

E para ver um pouco mais dos materiais produzidos para o SDR 2015, acesse o Facebook da feira: facebook.com/SalaoDuasRodas.

Guia educativo da Colgate


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Em agosto, a gente desenvolveu para a Colgate o cartaz “Conheça as funções de cada dente”. De uma forma bem direta e com vários desenhos instrutivos, ele tem o objetivo de se tornar um material de apoio visual para o dentista, já que facilita a compreensão, por parte do paciente, de sua dentição.

O conteúdo faz parte de um Guia Educativo, também desenvolvido pela Cadaris, em 2014.

Saber criar é saber roubar


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Há alguns livros que, só de sabermos do que ele fala, já dá para ver que eles têm grande potencial para mudar a forma como fazemos algumas coisas.  Foi o que aconteceu comigo quando soube da existência de Roube como um artista, de Austin Kleon. Fui atraída já pelo título, que me lembrou uma frase de T. S. Elliot que gosto muito e que descobri que é uma das primeiras citações usadas no livro:

“Poetas imaturos imitam; poetas maduros roubam; poetas ruins desfiguram o que pegam e poetas bons transformam em algo melhor ou pelo menos diferente. O bom poeta amalgama o seu furto a um conjunto sensível que é único, completamente diferente daquele de onde foi removido.”

E a ideia é bem essa mesmo. Não importa o tipo de arte ou criação que você faça. Aquilo que você criou sempre será o resultado da soma de vários elementos e influências que estão presentes em sua vida. Basta olhar para o que você já fez para perceber. No livro, Kleon explica isso de uma forma interessante, sucinta e inteligente, em páginas estilizadas de um jeito muito criativo. Por todo o livro há citações de artistas e pensadores que criaram coisas incríveis em várias épocas.

Kleon não faz segredo: a ideia central é absorver e aproveitar tudo aquilo que você achar que vale a pena para fazer algo que mereça ser criado. Na própria contra-capa do livro ele já inclui a lista do que é importante para desbloquear a criatividade e roubar como um artista:

1) Roube como um artista.

As influências do que você vê, lê, ouve e as pessoas com quem você convive são muito importantes para o resultado do seu trabalho. Por isso, esteja sempre rodeado por coisas e pessoas que você admire para que esses pontos positivos também façam parte do que você vai criar.

2) Não espere até saber quem você é para poder começar.

Estar pronto para fazer qualquer coisa na vida é uma ideia muito abstrata. Você, na verdade, vai se descobrindo à medida que começa a produzir e aprender com seus próprios erros e acertos. Só assim é possível descobrir aos poucos quem você é e quem você quer ser.

3) Escreva o livro que você quer ler.

Crie algo que você gostaria de consumir. Por exemplo, para criar um anúncio interessante e inteligente, pense em algo que você gostaria de ver por aí. Isso vale também para desenho, música, escrita criativa e o que mais você quiser criar. É mais importante saber o que você gostaria de ver como resultado do que saber a teoria que está por trás de sua criação. Para saber teoria, basta estudar e aplicar. E se há vontade de criar, é muito mais fácil aprender.

4) Use as mãos.

Saia de frente do computador por uns momentos. Escrever e realizar trabalhos manuais ativam o lado mais criativo de seu cérebro e abrem o caminho para a criatividade. Tenha papel e lápis e o que mais você puder usar para criar algo concreto e deixe tudo isso sempre à mão.

5) Projetos paralelos e hobbies são importantes.

Tudo o que você faz além do seu trabalho principal (e trabalho principal não é só o que você faz para ganhar dinheiro) é um combustível para sua criatividade. Você não precisa ser um gênio da música para tocar , por exemplo. Se você gosta, faça. Algumas horas da sua semana que você passa se sentindo bem em sua atividade alternativa vão lhe ajudar a expandir seus horizontes  quando você voltar para aquilo que você é realmente bom em fazer. Isso vale até para quem não faz trabalho que envolva criação.

6) O segredo: faça um bom trabalho e compartilhe com as pessoas.

Depois de passar tanto tempo se esforçando para criar algo que você considera bom e que lhe faz bem, nada mais justo que compartilhar isso com as pessoas. A internet está aí pra isso: mostre quem você é e o que você faz de bom para as pessoas. Certamente alguém vai gostar do que você faz e isso fará a diferença para esta pessoa. Além disso, compartilhar é importante para que você veja que aquilo que você está fazendo está gerando algum resultado e, por que não, elogios. Elogios são importantes para motivar quem cria algo. Há muitos momentos de insegurança e é bom lembrar que alguém gosta do que você faz.

7) A geografia não manda mais em nós.

Busque na internet pessoas com interesses e trabalhos semelhantes ao seu e interaja com elas. Ter contato com pessoas como você e, especialmente, que sejam melhores e mais experientes que você, é muito importante para melhorar ainda mais naquilo que você faz. Esteja sempre cercado de pessoas que você admira e que façam coisas boas porque você absorverá muito daquilo.

8) Seja legal. O mundo é uma cidade pequena.

Não perca tempo sendo ranzinza e brigando com as pessoas na internet e na vida real. Se você é legal com as pessoas, elas serão legais com você. Se você ajuda, é ajudado. Simples assim. Se algo ou alguém não lhe levam a nada construtivo, procure outros horizontes.

9) Seja chato. É a única maneira de terminar um trabalho.

Tenha disciplina para seu momento de criar e de estudar. Às vezes é preciso colocar limites para amigos e pessoas próximas, pois criar é um trabalho solitário e que exige dedicação. Às vezes é importante falar não para happy hours, passeios e afins porque o seu momento de trabalhar precisa ser respeitado. Só assim é possível realizar alguma coisa.

10) Criatividade é subtração.

Criar também é fazer escolhas. Quando criamos um trabalho que gostamos muito, é bem difícil excluir partes dele ou decidir o que deve ficar ou ser destacado. A ideia de possibilidades ilimitadas é paralizante. Por isso, escolha algo e foque naquilo. Simplifique. E, ao final, seja racional para decidir o que fica e o que sai. Para superar bloqueios criativos, imponha-se alguma restrição.

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Filmes para sair da caixa


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Pode até parecer bobagem, mas aqueles filmes que consideramos um simples passatempo trazem uma série de lições sobre o processo criativo e podem ser úteis para quem quer pensar fora da caixa na carreira. Boa notícia, certo?

Veja a seguir alguns exemplos de grandes sucessos do cinema que ajudam você a sair da caixa:

Argo

Eleito o melhor drama do ano no Globo de Ouro, o filme Argo se baseia em fatos reais para contar a história de seis diplomatas que se escondem na casa de um embaixador canadense para se livrar da ameaça da Revolução Iraniana. O longa ilustra o lampejo de criatividade que levou o agente da CIA Tony Mendez a ter uma ideia tão esdrúxula. Do ponto de vista da inovação, vale a pena aproveitar todos os lances desse agente na busca da credibilidade para sua ideia maluca.

A rede social

O filme conta uma das versões para a criação do Facebook e a batalha na justiça que Mark Zuckerberg teve que encarar logo nos primeiros anos de empresa. Vários aspectos podem ser aproveitados com o surgimento e aprimoramento da ideia inicial e os bastidores de uma inovação tão poderosa, incluindo traições e brigas de poder.

Big – Quero ser grande

Um adolescente de 12 anos faz um pedido a um boneco de parque de diversões: queria ser grande. Resultado: no dia seguinte, num passe de mágica, acorda na pele de um adulto. Se você pensar bem, o filme retrata alguns dos processos de criatividade típicos das crianças, mas bloqueadas pelos adultos, geralmente.

Na roda da fortuna

Após o suicídio do fundador das indústrias Hudsucker, um grupo de diretores decide fazer uma manobra para diminuir o valor de mercado da companhia e baratear as ações – para que eles pudessem conquistar o controle da empresa. Para isso, elegem um funcionário, aparentemente, não qualificado da companhia para o cargo de presidência. Tudo bem que a situação é bem inverossímil, mas o filme dá exemplos de como não vender uma ideia e ilustra o percurso padrão de uma inovação de produto, desde a rejeição inicial até a hora em que cai nas mãos do usuário certo.

Estação Doçura

O que estratégias para se aproximar de um possível parceiro amoroso podem ensinar sobre criatividade? Se o estrategista em questão for a personagem do filme alemão “Estação Doçura” a resposta é muito.

Desapontada com a vida solitária que leva e apaixonada, a personagem estuda as características de seu “alvo” com técnicas semelhantes às usadas pelas empresas para entender seus clientes. A fase de conquista é uma lição de criatividade, já que ela transforma uma desvantagem em vantagem competitiva.

Esses são só alguns dos muitos exemplos que o cinema nos dá sobre personagens que se viram nos trinta e provam que são muito bons quando o assunto é pensar fora da caixa.

Fonte: Exame