26
jul 09
As crianças são o futuro

Ideia que não largo nem vendo. Faz parte de alguma coisa que ainda não tem nome, um tipo de sentimento, certamente: as crianças são o futuro.
Hoje, tenho um filho. Um tipo de amor misterioso, que a cada dia se revela ou se oculta ainda mais, “bem devagarinho”. Amo minha família, meus amigos, meus colegas de trabalho, meus pais. Todos à sua praça. Mas o filho, não tem explicação. É realmente um mistério, essa força desconhecida, que chega num momento da vida e invade tudo. E neste dia (25 de julho), não o vi.
Entretanto, “ossos do ofício”, participei (a trabalho) de atividade de voluntariado na Colgate-Palmolive, em sua fábrica em São Bernardo do Campo. Foi lá que conheci Franklin. Meu personagem principal para a matéria a ser publicada na revista interna da empresa, cliente da Cadaris.
Em visita à fábrica de cremes e escovas dentais, nosso papo foi baseado em “robôs” e “cientistas”. Eu e Franklin. Ele, um menino, quarta série, 10 anos. Morador do Lar Escola Pequeno Leão. Eu, mais de 30, um menino também.
Não vi meu mais recente caso de amor, o Rafa, meu filho, mas ganhei o dia quando Franklin, sem palavras, me pediu para acompanhá-lo de mãos dadas, durante a visita rápida a um universo tecnológico aparentemente distante daquela criança.
Mas não era isso. Afinal, creio que momentos como este são inesquecíveis. Eu mesmo nunca deixei de me lembrar da fábrica de bolachas que conheci, há muitos anos. São oportunidades que contribuem para pequenos “estalos” que podem mudar o desenho do nosso futuro.
Franklin, também amo você e espero que, junto com o Rafa e milhares de outros pequenos, você possa transformar essa coisa que já tem nome, mundo, em algo melhor daqui pra frente. Desde já. Viva os robôs e os cientistas.





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