27
mai 09
As cores…

Creio que a maioria das pessoas saiba que para cada cor existe uma indicação de uso, como em: paisagismo, decoração, roupas, acessórios e, principalmente, publicidade. Para este último caso, seguem algumas dicas – do livro “Psicodinâmica das Cores em Comunicação”, de Modesto Farina & Clotilde Perez & Dorinho Bastos.

Vermelho: aumenta a atenção, é estimulante, motivadora. Indicada para uso em anúncios que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica.

Laranja: indicada para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um pouco mais moderados.

Amarelo: visível a distância, estimulante. Combinada com o preto pode resultar em eficácia interessante. Geralmente, é indicada à aplicação em anúncios que indiquem luz, mas é desaconselhável em superfícies muito extensas.

Verde: estimulante, porém com pouca força sugestiva; oferece uma sensação de repouso. Indicado para anúncios que caracterizem frio, como azeites, verduras e semelhantes.

Azul: possui grande poder de atração. É neutro nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem frio.

Roxo: acalma o sistema nervoso. Deve ser utilizado em anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho ou laranja; de luminosidade, o amarelo; de frio, o azul; de arejado, o verde.

Púrpura e ouro: cores representativas do valor e dignidade. Devem ser aplicadas em anúncios de artigos de alta categoria e luxo.

Marrom: esconde muito a qualidade e o valor e, portanto, pouco recomendável em publicidade.

Violeta: entristece o ser humano, não sendo, portanto, muito bem visto na criação publicitária.

Cinza: indica discrição. Para atitudes neutras e diplomáticas é muito utilizado em publicidade.

Preto: deve ser evitado o excesso em publicações a cores, pois tende a gerar frustração.

Azul e branco: estimulante, predispõe à simpatia; oferece uma sensação de paz para produtos e serviços que precisam demonstrar sua segurança e estabilidade.

Azul e vermelho: estimulante da espiritualidade; combinação delicada e de maior eficácia na publicidade.

Azul e preto: sensação de antipatia; deixa o indivíduo preocupado; desvaloriza completamente a mensagem publicitária e é contraproducente.

Vermelho e verde: estimulante, mas de pouca eficácia publicitária. Geralmente, essa combinação é usada para publicidade rural.

Vermelho e amarelo: estimulante e eficaz em publicidade. Por outro lado as pesquisas indicam que pode causar opressão em certas pessoas e insatisfação em outras.

Amarelo e verde: produz atitude passiva em muitas pessoas, sendo ineficaz em publicidade. Poderá resultar eficaz se houver mais detalhes coloridos na peça.

16
mai 09
Força de(a) Expressão

Este ano, dois pontos chamam a atenção na FLIP, maior feira literária do Brasil. O primeiro é a mesa dedicada às histórias em quadrinhos, onde, acredito, o tema central será a recente onda de adaptações para os quadrinhos de grandes obras da literatura brasileira. O segundo ponto, sem dúvida, é a participação de Gay Talese, guru do new journalism, movimento estadunidense que trouxe a narrativa literária para dentro das redações jornalísticas.
Acredito na autonomia das diferentes formas de expressão, mas também, e fundamentalmente, que em algum momento elas se encontram e se confundem, absorvendo uma da outra o que têm de melhor a oferecer. Este é nosso ofício: aplicar a ciência da Comunicação aliada ao ethos da arte, para levar formas únicas de expressão aos nossos clientes.
Recomendação de adaptação literária para os quadrinhos: O Alienista. Obra de Machado de Assis. Adaptação de Fábio Moon e Gabriel Ba. Vencedora do prêmio Jabuti em 2008.
Recomendação da obra de Gay Talese: O Reino e o Poder. Neste livro, Talese revela os bastidores da notícia ao contar a história do jornal The New York Times.

12
mai 09
Ecoxixi: entre nessa

A maioria das pessoas contribui para a causa da preservação da água e nem sabe. São aquelas que fazem xixi no banho. De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, elas somam 75%. Ao fazer xixi no banho, você economiza 12 litros de água, sabia? Essas e outras informações estão no site www.xixinobanho.org.br; aliás, um exemplo muito bacana de uso do flash como guia eletrônico. Ligue o som e acesse.

11
mai 09
Photoshop… ping

O termo photoshopping é um neologismo que significa: editar uma imagem. Isso quando o programa é o Photoshop, praticamente utilizado por profissionais da área de arte. Os irmãos Thomas Knoll e John Knoll iniciaram o desenvolvimento deste programa há mais de 20 anos e ele ainda continua jovem.
A versão 1.0 foi lançada pela Adobe em 1990. O programa era usado desde o início como ferramenta de manipulação de imagens provenientes de digitalizadores, que eram raros e caros.
O Adobe Photoshop é a melhor ferramenta para quem quer trabalhar com imagens. A versão mais nova hoje é conhecida como CS4 (que significa Creative Suite 4).
Então, pensou em tratar imagem, pensou em Photoshop. Todo mundo sabe disso, até quem não é da área. Se você quiser saber mais sobre ele (meu programa de cabeceira) acesse aqui.

6
mai 09
Papel de plástico

Se o assunto é sustentabilidade – presente na rotina do mundo corporativo – toda novidade é bem-vinda. Aqui na agência é preciso estar por dentro do que rola no mercado, assim sempre temos mais opções para pensar nos materiais de comunicação que oferecemos aos nossos clientes.

Uma notícia de destaque, recentemente veiculada na imprensa, é o papel de plástico da Vitopel, empresa com fábricas em São Paulo, Mauá e Córdoba (na Argentina). O produto, Vitopaper, é um papel sintético feito a partir de resíduos plásticos coletados para reciclagem. Eis uma opção tanto para a indústria gráfica quanto para qualquer empresa que se interesse por alternativas sustentáveis.

A fabricante divulga que aprimorou as formulações originais do papel sintético e chegou a um produto final com espessura mais fina, mais resistente, capaz de receber acabamento gráfico, durável e resistente à água e contaminantes líquidos. O novo papel é similar ao Couché. De acordo com a empresa, pode ser aplicado em cadernos e livros, permitindo a escrita manual com canetas esferográficas, canetas de ponta porosa e lápis. Já a impressão pode ser feita pelos processos gráficos editoriais usuais, como off-set plana ou rotativa.

4
mai 09
Cliente “por dentro” da redação

De escritor e jornalista todo mundo tem um pouco. Afinal, em qualquer profissão as pessoas utilizam um conhecimento em comum e que faz parte da essência dessas atividades: a língua portuguesa. A priori todos são preparados, na escola, para usá-la, e (esperamos) corretamente. Aqui na redação da agência, temos em mente a importância de esclarecer ao cliente, desde o início de qualquer trabalho, como funciona o processo de texto.
Como quase todo texto é submetido a aprovações, é preciso deixar claro aos profissionais envolvidos alguns aspectos, como: linguagem escolhida para o material, tamanho do texto (incluindo títulos e legendas para fotos entre outros), padrão jornalístico, características específicas da empresa ou do material, etc.
Quando a fonte ou a pessoa que aprova está alinhada com essas orientações, tudo fica mais fácil. Assim, não corremos tanto risco de receber um texto todo transformado, fora dos padrões e “impossível de caber”.