• .
  • .
  • .
  • .
  • .

Clássicos de volta às telonas


dolcevita

Para quem curte cinema, uma boa dica: o projeto Clássica está trazendo de volta aos cinemas versões restauradas de filmes clássicos e exibe um título por mês. Em agosto é vez do adorável A Doce Vida (1960), do italiano Frederico Fellini, que fica em cartaz até o dia 26.

Confira os outros títulos e coloque na agenda:

Setembro – Nosferatu: O Vampiro da Noite, de F.W. Murnau (1978)

Outubro – Mamma Roma, de Pier Paolo Pasolini (1962)

Novembro – Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman (1957)

Dezembro – Fitzcarraldo, de Werner Herzog (1982)

Os longas entram em cartaz nas salas do Espaço Itaú, com estreias simultâneas em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador e Porto Alegre.

Para mais informações, acesse: www.itaucinemas.com.br.

Quem fazedor de cafezinho, que nada!


keep-calm

Quem disse que estudante não bota a mão na massa pra valer quando começa a estagiar? Essa ideia de fazer cafezinho e arquivar documentos está mais do que ultrapassada.

Que o digam nossos estagiários que já chegaram chegando. Aprendendo, colocando em prática seus conhecimentos teóricos, conseguidos com muito custo na carteira da sala de aula da faculdade. E isso é muito bom. É assim, no dia a dia, que realmente aprendemos e vemos se escolhemos o caminho profissional certo.

Veja a seguir o depoimento de cada um deles, sobre vida de estagiário, aprendizado e outras confissões!

Guilherme, de criação

Quando comecei a faculdade, e ainda não trabalhava, não imaginava muita coisa em relação ao que seria o dia a dia no trabalho (estágio). Agora que estou no meu segundo estágio e já ouvi vários relatos sobre esse tipo de atividade, posso dizer que existem diferentes modelos e ambientes para cada posição e local de trabalho.

Aprendi que o raciocínio rápido é muito importante na minha profissão, já que os prazos de jobs do estágio são diferentes dos prazos da faculdade (enquanto o primeiro é curto, o segundo costuma me dar mais tempo). Mas o lado bom disso é que eu acabo tendo que criar, ter ideias, pensar, executar em um curto espaço de tempo. Isso faz com que eu desenvolva minha agilidade para a confecção dos jobs.

Sobre as surpresas…

A minha primeira surpresa nessa “nova etapa” da minha vida é em relação a simplicidade das coisas. Quando eu comecei a trabalhar parecia que os dias não passavam, que tudo era difícil. Mas a medida que isso foi se tornando rotina, as coisas começaram a fluir e se encaixar. Hoje, sei que isso fez muito bem para a minha formação e acho que seria estranho ter um vazio na minha semana (caso parasse de trabalhar).

Mariana, de criação

Nós, estudantes, costumamos entrar na faculdade achando que tudo vai ser muito lindo. Eu mesma, achei que seria fácil ser uma grande publicitária em pouco tempo. Mas a verdade é que vemos como o mercado está cheio e que pessoas só se destacam com diferenciais buscados de outras formas e não só pela graduação.

No meu caso eu estagiei em empresas de outros ramos para depois entrar no mundo das agências. E minha surpresa foi ver como foi difícil conseguir uma fatia deste mercado. Não imaginava essa dificuldade quando entrei na faculdade. Até porque, quando escolhemos o curso, a gente costuma pensar que vamos ser criativos e livres pra escolher o caminho criativo, e que nada poderá barrar nossas ideias. Na prática, vemos que não é bem assim, que temos um brienfing a seguir e que ele é necessário para que tudo corra como deve ser.

Sobre mudar de profissão…

Não!! Amo Publicidade, amo comunicação e percebo o quanto isso mudou minha vida. Cursei dois semestres de Ciências Contábeis antes de entrar em Publicidade, e me via muito presa, pensando que não queria ser aquilo para o resto da minha vida. Então quando mudei para PP, mudei de emprego e também de ideias e concepções nas quais eu não cogitava em ter, mudei a minha visão de mundo e vi que podemos estudar como as pessoas pensam, e como o que fazemos pode influenciar a vida delas e da cultura de onde vivemos.

Polyana, de redação

Confesso que quando comecei a trabalhar, notei que era bem diferente do que eu imaginava. Achava que o ambiente era bem sério, mas como minha primeira experiência na área de Publicidade foi numa agência, descobri que é o contrário: muito mais descontraído.

Percebi esse clima de descontração logo no início do meu antigo estágio, quando vi meio antigo gestor “zoando” os funcionários.

Sobre mudar de profissão…

Não mudaria. Gosto do que faço, do ambiente de trabalho. Acho que jamais me acostumaria com outro universo.

 

 

Você sabe o que é anúncio tipográfico?


Aposto que você já reparou nesses anúncios. E achou supermodernos, né? As letras e palavras geralmente são usadas para complementar uma peça publicitária, com mensagens que completam o visual da peça.

Mas isso não é uma regra, as letras podem também protagonizar as propagandas, usando os tipos não como letras e sim como imagens, desenhos que tem um significado além da simples linguagem textual. E quando criamos um anúncio ou peça publicitária com esses elementos, o chamamos de Anúncio Tipográfico.

Olha só alguns exemplos:

 

 

anuncio-tipografico-06

 

20-anuncios-tipograficos-creativos-L-HNDdTi

creative-typographi-ads-001

 

 

 

Saber criar é saber roubar


2015-08-14 09.46.47

Há alguns livros que, só de sabermos do que ele fala, já dá para ver que eles têm grande potencial para mudar a forma como fazemos algumas coisas.  Foi o que aconteceu comigo quando soube da existência de Roube como um artista, de Austin Kleon. Fui atraída já pelo título, que me lembrou uma frase de T. S. Elliot que gosto muito e que descobri que é uma das primeiras citações usadas no livro:

“Poetas imaturos imitam; poetas maduros roubam; poetas ruins desfiguram o que pegam e poetas bons transformam em algo melhor ou pelo menos diferente. O bom poeta amalgama o seu furto a um conjunto sensível que é único, completamente diferente daquele de onde foi removido.”

E a ideia é bem essa mesmo. Não importa o tipo de arte ou criação que você faça. Aquilo que você criou sempre será o resultado da soma de vários elementos e influências que estão presentes em sua vida. Basta olhar para o que você já fez para perceber. No livro, Kleon explica isso de uma forma interessante, sucinta e inteligente, em páginas estilizadas de um jeito muito criativo. Por todo o livro há citações de artistas e pensadores que criaram coisas incríveis em várias épocas.

Kleon não faz segredo: a ideia central é absorver e aproveitar tudo aquilo que você achar que vale a pena para fazer algo que mereça ser criado. Na própria contra-capa do livro ele já inclui a lista do que é importante para desbloquear a criatividade e roubar como um artista:

1) Roube como um artista.

As influências do que você vê, lê, ouve e as pessoas com quem você convive são muito importantes para o resultado do seu trabalho. Por isso, esteja sempre rodeado por coisas e pessoas que você admire para que esses pontos positivos também façam parte do que você vai criar.

2) Não espere até saber quem você é para poder começar.

Estar pronto para fazer qualquer coisa na vida é uma ideia muito abstrata. Você, na verdade, vai se descobrindo à medida que começa a produzir e aprender com seus próprios erros e acertos. Só assim é possível descobrir aos poucos quem você é e quem você quer ser.

3) Escreva o livro que você quer ler.

Crie algo que você gostaria de consumir. Por exemplo, para criar um anúncio interessante e inteligente, pense em algo que você gostaria de ver por aí. Isso vale também para desenho, música, escrita criativa e o que mais você quiser criar. É mais importante saber o que você gostaria de ver como resultado do que saber a teoria que está por trás de sua criação. Para saber teoria, basta estudar e aplicar. E se há vontade de criar, é muito mais fácil aprender.

4) Use as mãos.

Saia de frente do computador por uns momentos. Escrever e realizar trabalhos manuais ativam o lado mais criativo de seu cérebro e abrem o caminho para a criatividade. Tenha papel e lápis e o que mais você puder usar para criar algo concreto e deixe tudo isso sempre à mão.

5) Projetos paralelos e hobbies são importantes.

Tudo o que você faz além do seu trabalho principal (e trabalho principal não é só o que você faz para ganhar dinheiro) é um combustível para sua criatividade. Você não precisa ser um gênio da música para tocar , por exemplo. Se você gosta, faça. Algumas horas da sua semana que você passa se sentindo bem em sua atividade alternativa vão lhe ajudar a expandir seus horizontes  quando você voltar para aquilo que você é realmente bom em fazer. Isso vale até para quem não faz trabalho que envolva criação.

6) O segredo: faça um bom trabalho e compartilhe com as pessoas.

Depois de passar tanto tempo se esforçando para criar algo que você considera bom e que lhe faz bem, nada mais justo que compartilhar isso com as pessoas. A internet está aí pra isso: mostre quem você é e o que você faz de bom para as pessoas. Certamente alguém vai gostar do que você faz e isso fará a diferença para esta pessoa. Além disso, compartilhar é importante para que você veja que aquilo que você está fazendo está gerando algum resultado e, por que não, elogios. Elogios são importantes para motivar quem cria algo. Há muitos momentos de insegurança e é bom lembrar que alguém gosta do que você faz.

7) A geografia não manda mais em nós.

Busque na internet pessoas com interesses e trabalhos semelhantes ao seu e interaja com elas. Ter contato com pessoas como você e, especialmente, que sejam melhores e mais experientes que você, é muito importante para melhorar ainda mais naquilo que você faz. Esteja sempre cercado de pessoas que você admira e que façam coisas boas porque você absorverá muito daquilo.

8) Seja legal. O mundo é uma cidade pequena.

Não perca tempo sendo ranzinza e brigando com as pessoas na internet e na vida real. Se você é legal com as pessoas, elas serão legais com você. Se você ajuda, é ajudado. Simples assim. Se algo ou alguém não lhe levam a nada construtivo, procure outros horizontes.

9) Seja chato. É a única maneira de terminar um trabalho.

Tenha disciplina para seu momento de criar e de estudar. Às vezes é preciso colocar limites para amigos e pessoas próximas, pois criar é um trabalho solitário e que exige dedicação. Às vezes é importante falar não para happy hours, passeios e afins porque o seu momento de trabalhar precisa ser respeitado. Só assim é possível realizar alguma coisa.

10) Criatividade é subtração.

Criar também é fazer escolhas. Quando criamos um trabalho que gostamos muito, é bem difícil excluir partes dele ou decidir o que deve ficar ou ser destacado. A ideia de possibilidades ilimitadas é paralizante. Por isso, escolha algo e foque naquilo. Simplifique. E, ao final, seja racional para decidir o que fica e o que sai. Para superar bloqueios criativos, imponha-se alguma restrição.

11741194_898782286861557_1004765793764128540_o

 

 

Bye Bye, Google+


plus

A rede social Google+, como conhecemos hoje, está chegando ao fim. Apesar de ter uma base de usuários razoável, até hoje não despertou o interesse do público on-line. A solução que o Google encontrou foi reaproveitá-la dividindo em três: Photos (para imagens), Streams (compartilhamento de conteúdo) e Hangouts (para chats de texto e vídeo), serviços que já existem atualmente e incorporam a rede social.

Ainda não se sabe como a mudança será feita. A princípio, apesar da divisão, o nome Google+ deve ser mantido. A novidade mostra a estratégia do Google de repensar seus produtos quando não apresentam bom desempenho ao invés de encerrá-los, mantendo o seu foco em comunicação e compartilhamento de conteúdo.

Histórico

O Google+ foi criado em 2011 como uma opção a outras redes sociais como o Facebook e Twitter. Porém, não conquistou o público. Uma pesquisa do Serasa Experian de 2013 mostrou que a rede representava apenas 0,78% do mercado e estava em nono lugar no ranking das mais usadas no Brasil.

O número de usuários é representativo, mas a minoria é ativa. Isto acontece porque, quando foi lançado, o Google+ se tornou o caminho para ter contas no Gmail e You Tube. Segundo um blogueiro, que traçou informações sobre a plataforma em janeiro de 2015, são quase 2,5 bilhões de inscritos no mundo todo, mas apenas cerca de 6 milhões de pessoas interagem e publicam na mídia.

Realmente, é uma ferramenta para ser repensada.

 

Fonte: Estadão / Tecmundo / Exame

8 erros nas redes sociais


erro

Seja qual for o negócio, uma coisa é certa: as mídias sociais são uma das melhores maneiras de obter um crescimento rápido. Mas, para isso é necessário garantir que este trabalho esteja sendo feito da maneira correta e evitar alguns erros básicos.

#1 Não traçar estratégias de mídia social

Quando não há uma estratégia, não é possível passar uma mensagem efetiva para o público. Para ter sucesso, é preciso fazer planos e segui-los. Desenvolva uma política, crie um calendário e aplique conceitos às metas.

#2 Criar perfis em diferentes plataformas logo no início

Muita gente abre conta em diferentes canais de mídias sociais de uma só vez apesar de ainda não dominarem todas essas ferramentas e não terem a estrutura necessária para a produção de conteúdo de qualidade que gere maior engajamento. Quando isso ocorre, poderá haver um abandono de uma ou de várias plataformas ao mesmo tempo. Antes de criar mais de uma conta, é preciso estar certo de que o conteúdo compartilhado será relevante e que serão feitas postagens regulares.

 #3 Pagar por seguidores falsos

Ter milhares de seguidores, curtidas e fãs não faz crescer o ROI (retorno sobre investimento) nem aumenta o engajamento da página. O segredo está em construir um verdadeiro relacionamento com o consumidor ao invés de se prender aos números.

#4 Falar apenas sobre a marca

O público da página deve saber que a marca está buscando aproximação e isto os fará mais felizes. Por isso, vale investir em compartilhamentos e reposts, desde que sejam úteis para os seguidores da página.

#5 Hashtags exageradas e irrelevantes

Não há dúvida de que o uso das hashtags em social mídia é de muita ajuda, pois traz maior visibilidade. Mas, se foram usadas descontroladamente, irritam o público. Então, basta limitar o uso em uma quantidade razoável e certificar-se de que realmente são relevantes para aquele post.

#6 Muitos compartilhamentos em pouco tempo

Um post atrás do outro em poucos minutos, ou até mesmo horas, irá fazem com que os seguidores desapareçam. O ideal é postá-los regularmente, porém com intervalos maiores entre um e outro. Uma boa dica é agendá-los por meio de ferramentas como o Hootsuit ou Buffer.

#7 Falta de revisão

Gramática incorreta e erros de digitação poderão prejudicar a credibilidade da marca.

#8 Negligenciar o aspecto social destas plataformas

Afinal, elas existem para serem sociais. Então, os seguidores esperam respostas em seus comentários e mensagens. Muitas vezes não será possível responder a todos, e isto é totalmente compreensível. Mas ao responder cria-se uma relação de maior confiança e camaradagem entre marca e público.

Fonte: Digital Marketing Philippines

Julho no cinema!


Depois de um mês inteiro sem quase pisar no cinema (estava de férias em junho, viva!), estou de volta pra falar dos filmes que marcaram meu mês de julho. Então, vamos desenferrujar porque teve coisa boa nas telonas!

Comecei julho com muita animação pra curtir o clima “férias escolares” com o filme Divertidamente (mesmo não sendo mais estudante e o recesso escolar não servindo de nada pra mim). No resto do mês, fui conferir dois filmes franceses, que vocês sabem que amo, com pegadas totalmente diferentes.

Veja mais sobre cada um abaixo!

divertidamenteDivertidamente 

Não é exagero dizer que esta é uma das melhores animações que vi nos últimos tempos. Juro! Um filme original, inteligente e muito bem feito pela Pixar, ideal para pais e filhos. O olhar de cada um provavelmente será diferente.

Enquanto as crianças vão se divertir com as peripécias dos personagens Alegria e Tristeza se aventurando para voltar à Sala de Comando, os adultos podem fazer uma reflexão bem mais profunda sobre a construção e importância dos sentimentos na base da vida e em como as emoções comandam nossas ações no dia a dia.

Os flashbacks e as cores muito bem utilizadas fazem com que consigamos entender o funcionamento tão complexo do cérebro da personagem Riley de uma maneira clara e lúdica. Os efeitos visuais e caracterização dos personagens também contribuem para o bom entendimento das situações apresentadas.

Pra quem ainda não leu a sinopse, o filme mostra o cérebro da menina Riley desde sua infância sendo guiado pelos cinco sentimentos principais: Alegria, Tristeza, Nojinho, Medo e Raiva, e em como cada um deles age nas diversas situações que a menina vive.

Achei genial a forma como as lembranças são guardadas (ou descartadas) na memória e fazem a construção das ilhas da personalidade e caráter da menina. Um momento superdivertido, na minha opinião, é o encontro com o bichinho de estimação da infância e a canção chiclete que é ativada em momentos-chave. Impossível não se identificar e rir muito!

Por isso e tudo o mais, super recomendo. Não só para ser assistido, como também para ser “re-assistido”. Com certeza será possível notar detalhes que passaram despercebidos na primeira vez. Eu mesma não vejo a hora de ver de novo! Realmente um filme encantador.

Curiosidade: A dublagem do filme ficou excelente e foi feita por: Alegria – Miá Mello, Tristeza – Katiuscia Canoro, Medo – Otaviano Costa, Nojinho – Dani Calabresa e Raiva – Léo Jaime.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 5 guitarrinhas!

 

sambaSamba 

Dirigido por Olivier Nakache e Eric Toledano, mesmos diretores de Os Intocáveis, filme de maior sucesso de bilheteria da França, Samba lembra muito esse anterior na leveza e descontração dos personagens.

Imigrantes ilegais na França é o tema da vez, abordado com um bom humor surpreendente. Todas as situações difíceis (e não são poucas) do personagem principal, Samba, da voluntária da ONG, Alice, e dos demais personagens são transmitidas de forma bem realista e sem afetação demasiadamente dramática.

O que me chamou a atenção é o fato do filme ter uma “pegada” alegre, mesmo falando de um assunto triste. É como se ele quisesse passar a mensagem de “vamos rir pra não chorar”, sabe? Filosofia, aliás, que eu adoro!

Classificado como drama, o longa traz uma reflexão sobre a imigração e mexe com as emoções. Ao mesmo tempo, vai fazer você mais rir do que se lamentar. É totalmente o tipo de filme que me agrada!

A edição usa um artifício que eu também gosto muito, que é o do corte seco de cena que desloca o telespectador e aumenta a carga de dramaticidade sem precisar de outros recursos “explicativos” (diálogos, música etc.).

Enfim, um bom filme para um chuvoso fim de tarde, rsrs.

Curiosidade: A trilha sonora em momentos importantes do filme tem a participação de duas músicas brasileiras: Palco, de Gilberto Gil e “Take it Easy My Brother Charlie”, de Jorge Bem Jor.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 3,5 guitarrinhas!

 

nova amigaUma Nova Amiga 

Este filme fala de um tema delicado e atual em que a discussão sobre respeito e igualdade dos direitos está em alta: o transformismo.

Não posso contar muito porque a graça do filme, pra mim, acabou quando li uma sinopse que me dizia justamente o fato surpresa, que já ocorre no início. Então vou tentar falar um pouco dele sem citar a história, ok?

O filme fala sobre emoções, descobertas, sexualidade e expectativas que tentamos corresponder da sociedade. Do quanto estamos dispostos a fazer/aceitar por nós e quanto reprimimos nos preocupando com o julgamento dos outros.

Achei o roteiro médio. Um tema tão rico, poderia ter sido melhor explorado, abordando, por exemplo, a visão da sociedade sobre a questão. Confesso que, às vezes, fica meio maçante (especialmente com algumas situações surreais). Mas pela direção, fotografia e pelas boas atuações vale a pena assistir.

Não é “politicamente muito correto” pelas diversas situações que se apresentam no decorrer do filme. Mas, nenhuma vida é politicamente super correta no mundo, né?

O legal é assistir sem julgar mesmo, só pra tentar entender mais sobre esse universo um pouco desconhecido (pelo menos pra mim) do transformismo. Mas também não espere muito mais do que isso.

Ah, vale lembrar que a classificação indicativa do filme é 16 anos e eu recomendo que a idade seja respeitada (não recomendo levar filho/filha menor do que isso) porque tem algumas cenas um pouco pesadas.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 3 guitarrinhas!

É isso, pessoal. Espero que tenham gostado. Se quiserem sugerir aqui nos comentários filmes para o próximo mês, eu vou adorar!

Até agosto, então!

Filmes que todo publicitário deveria ver


tumblr_lz8qovPsUg1qlfqyuo1_500

Preciso confessar que sou um pouquinho viciada em livros e filmes e, desde que consegui finalmente convencer minha irmã a compartilhar a NetFlix comigo, não saio de lá.

E foi zapeando e analisando as sugestões de filmes que me deparei com alguns que são muito bons, especialmente para nós, que trabalhamos com conteúdo. Olha só a lista bacana que separei e que todo publicitário deveria ver:

Do Que as Mulheres Gostam (What Women Want) – 2001

Este aqui é, sem dúvida, um clássico para os publicitários. Na trama, você consegue perceber qual é o real papel do publicitário, que é entender o seu público alvo e criar estratégias para atingi-lo. Claro que seria perfeito se pudéssemos ler o pensamento dos clientes.
Vale a pena, além de dar boas risadas.

Se Eu Fosse Você – 2006

Uma comédia brasileira que tem como um personagem principal um publicitário e uma agência publicidade. A apresentação de uma campanha voltada para o público feminino realça a questão que temos que obter um outro olhar sobre o público alvo para entendê-lo.

O lobo de Wall Street- 2013

Este é outro exemplo que mostra a grande questão da persuasão como ferramenta de convencimento.  E convencer é com a gente mesmo, né?

A Rede Social (The Social Network) – 2010

Conta a história de como Mark Zuckerberg fez uma das maiores redes sociais da atualidade. Com isso, mudando a relação entre marcas e clientes e se tornou queridinha para todos os publicitários e anunciantes. Super vale a pena dar uma olhada.

Mad Men

Este aqui todo mundo sabe, não é filmes e sim um seriado. Mas ele precisava aparecer nesta lista. Isso porque essa maravilhosa série se passa em uma agência de publicidade de Nova York nos anos 1960. A série oferece uma visão sobre marketing, liderança, dinâmicas do ambiente interno de uma empresa e a relação entre sócios.

Fonte: Io

Filmes para sair da caixa


MARCELO_PIMENTA_PENSE_blog

Pode até parecer bobagem, mas aqueles filmes que consideramos um simples passatempo trazem uma série de lições sobre o processo criativo e podem ser úteis para quem quer pensar fora da caixa na carreira. Boa notícia, certo?

Veja a seguir alguns exemplos de grandes sucessos do cinema que ajudam você a sair da caixa:

Argo

Eleito o melhor drama do ano no Globo de Ouro, o filme Argo se baseia em fatos reais para contar a história de seis diplomatas que se escondem na casa de um embaixador canadense para se livrar da ameaça da Revolução Iraniana. O longa ilustra o lampejo de criatividade que levou o agente da CIA Tony Mendez a ter uma ideia tão esdrúxula. Do ponto de vista da inovação, vale a pena aproveitar todos os lances desse agente na busca da credibilidade para sua ideia maluca.

A rede social

O filme conta uma das versões para a criação do Facebook e a batalha na justiça que Mark Zuckerberg teve que encarar logo nos primeiros anos de empresa. Vários aspectos podem ser aproveitados com o surgimento e aprimoramento da ideia inicial e os bastidores de uma inovação tão poderosa, incluindo traições e brigas de poder.

Big – Quero ser grande

Um adolescente de 12 anos faz um pedido a um boneco de parque de diversões: queria ser grande. Resultado: no dia seguinte, num passe de mágica, acorda na pele de um adulto. Se você pensar bem, o filme retrata alguns dos processos de criatividade típicos das crianças, mas bloqueadas pelos adultos, geralmente.

Na roda da fortuna

Após o suicídio do fundador das indústrias Hudsucker, um grupo de diretores decide fazer uma manobra para diminuir o valor de mercado da companhia e baratear as ações – para que eles pudessem conquistar o controle da empresa. Para isso, elegem um funcionário, aparentemente, não qualificado da companhia para o cargo de presidência. Tudo bem que a situação é bem inverossímil, mas o filme dá exemplos de como não vender uma ideia e ilustra o percurso padrão de uma inovação de produto, desde a rejeição inicial até a hora em que cai nas mãos do usuário certo.

Estação Doçura

O que estratégias para se aproximar de um possível parceiro amoroso podem ensinar sobre criatividade? Se o estrategista em questão for a personagem do filme alemão “Estação Doçura” a resposta é muito.

Desapontada com a vida solitária que leva e apaixonada, a personagem estuda as características de seu “alvo” com técnicas semelhantes às usadas pelas empresas para entender seus clientes. A fase de conquista é uma lição de criatividade, já que ela transforma uma desvantagem em vantagem competitiva.

Esses são só alguns dos muitos exemplos que o cinema nos dá sobre personagens que se viram nos trinta e provam que são muito bons quando o assunto é pensar fora da caixa.

Fonte: Exame

Playlist equipe Cadaris – Nostalgia


Безымянный-1

Sabe aquela música que, apesar dos anos, não sai da sua cabeça? A galera aqui da Cadaris resolveu reuni-las numa playlist pra lá de nostálgica.

Quer ouvir? Aperta o play!

 

Ana Paula

Everybody, dos Back Street Boys.

Para ouvir ▶ Everybody

 

Balbina

I guess that’s why they call it the blues, do Elton John.

Para ouvir ▶ I guess that’s why they call it the blues

 

Débora
Can you feel the love tonight?, de Elton John
Para ouvir ▶ Can you feel the love tonight?

 

Juliana

Kiss Me, de Sixpence None The Richer

Para ouvir ▶ Kiss Me

 

Maris

Discoteque, do U2

Para ouvir ▶ Discoteque

 

Mauricio

Gonna Make You Sweat, de C&c Music Factory

Para ouvir ▶  Gonna Make You Sweat

 

Polyana

Lua de Cristal, da Xuxa.

Para ouvir ▶ Lua de Cristal