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Marcas já celebram na web legalização do casamento gay nos EUA


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Hoje, 26 de junho, saiu a notícia de que a Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou a legalização do casamento gay, que agora passa a valer em todos os 50 estados americanos. Muita gente está comemorando, e marcas conhecidas mundialmente já mostram nas redes sociais que também estão celebrando esta decisão. No Facebook os usuários podem optar por colocar um filtro especial em apoio e comemoração.

Veja abaixo alguns dos anúncios publicados no Twitter.

visa

absolut

game

Game of Trones

ben

kellogs

levis 

mentos

microsoft 

snikers 

Fonte: Mashable

Os emojis que são a nossa cara


Emotions

Uma carinha vale mais que mil palavras. No caso dos emojis, que invadiram, literalmente, a publicidade e as conversas nos aplicativos de mensagens, isso é mais do que uma verdade. Também, não é para menos, né? Eles dizem muito mais do que as palavras poderiam  e, além de tudo, são super fotos.

O surgimento dos emojis na linguagem escrita trouxe uma nova forma de expressão e tem substituído cada vez mais palavras e até frases inteiras. Por algum tempo, o uso dessas carinhas foi marginalizado, e limitava-se apenas a conversas particulares nos smartphones, até que os especialistas em línguas começaram a perceber que tratava-se de algo muito maior que uma simples onda tecnológica, e passaram a considerá-los uma nova ferramenta da linguagem.

Nós aqui da Cadaris simplesmente amamos os emojis. Tanto que saímos na agência perguntando: qual carinha é a sua cara? Algumas meninas das áreas de redação e planejamento não titubearam antes de fazer um selfie e mostrar com qual mais se identificavam. O resultado disso você vê logo acima, na foto que abra este post. Legal, né?

Agora, conta pra gente: qual emoji é a sua cara?

Que tipo de procrastinador você é?


Procrastinar, infelizmente, faz parte da vida. Em um momento ou outro, uns mais e outros menos, perdemos tempo postergando uma atividade para depois. Em doses pequenas, procrastinação não faz tão mal assim, exceto por causar alguns atrasos e também preocupação. Mas se isso vira um hábito constante, toma proporções muito maiores e arriscadas. Isso pode causar consequências graves, tanto para sua carreira quanto para a empresa que você trabalha ou para seus clientes.

Adiar a realização de um trabalho não significa necessariamente que você é preguiçoso. É fundamental entender o que está causando essa demora, justamente para conseguir deixar a enrolação de lado ou, talvez, tomar atitudes mais drásticas e definitivas. Muita procrastinação pode ser sintoma, por exemplo, de que algo está muito errado em sua carreira e que você não está feliz. Daí vem a importância do questionamento: como entender o porquê e como procrastinamos? Como saber exatamente o tipo de procrastinadores que somos? O site ParcelHero criou um infográfico (em inglês) muito interessante e útil para quem quer entender e solucionar a questão da procrastinação na sua rotina.

Polêmica “Boticário” e seus resultados de mídia


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Todo mundo está por dentro da polêmica que envolveu a rede de lojas de cosméticos O Boticário nas últimas semanas. As redes sociais ficaram inundadas dos comentários e opiniões que o comercial da marca provocou ao incluir casais homossexuais em seu roteiro. Para quem está envolvido neste mundo de mídias sócias, marketing e propaganda, vale a pena fazer uma análise dos acontecimentos.

Avaliando a performance de conteúdo e o comportamento da audiência, a Social Metrix destacou alguns pontos:

- O crescimento imediato de público nas redes sociais da marca

A Fan page da marca no Facebook teve um crescimento diário de 297% em novos fãs a partir do lançamento da campanha. Doze dias antes, o número de novos likes variava entre 590 e 3.154 por dia. Entre 24 de maio e 4 de junho variou entre 920 e 16.580.

Já no Twitter este crescimento foi ainda maior, representado por 462%. Se antes da campanha a marca conseguia em entre 23 e 231 novos seguidores por dia, depois este número passou a estar entre 92 e 1.239.

Isto sem contar o número de mentions, retuítes, comentários e compartilhamentos. Atualmente são mais de 105K seguidores no Twitter e mais de 32 mil novos fãs no Facebook.

- O buzz da marca cresceu 105%

A propaganda veiculada na TV aberta foi um dos tópicos mais mencionados pelo público desde então. Mesmo com campanhas criadas para boicotar a marca e muitas reclamações em órgãos como o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), o que poderia ter se tornado o início de uma crise virou uma grande janela de exposição positiva.

Entre as palavras mais utilizadas nos comentários e menções estavam: parabéns, amor, lindo, amei, iniciativa e respeito.

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Famosos e canais de informação também se pronunciaram, o que gerou ainda mais exposição e integração da marca.

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- O papel protagonista do público nas redes sociais

Grande parte do buzz positivo é medido de acordo com os comentários do público. Pode-se entender que a marca ganha novos consumidores pela atitude de respeito a “toda forma de amor”, como comunicado pelo comercial.

O vídeo que começou toda a polêmica teve uma lifespan (tempo de vida do post desde seu lançamento até ápice e declínio) quase 2 vezes maior do que todos os outros posts publicados no mesmo período pela fan page. As interações nos posts relacionados à campanha aumentaram, principalmente, no número de likes obtidos quando a marca foi denunciada ao Conar e ainda assim se manteve firme em seu posicionamento.

“O Boticário reitera, ainda, que valoriza a tolerância e respeita a diversidade de escolhas e pontos de vista.”

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Toda a informação produzida pelo público sobre uma marca ou produto dá a chance de fazer uma análise real dos caminhos escolhidos e dos resultados. Até a chegada das mídias sociais, este nível de informação nunca havia sido alcançado pelos modelos tradicionais e off-line de comunicação.

Seus posts podem virar uma revista impressa.


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Ficou sabendo do novo projeto do Facebook, o “My 365 days in print”? Trata-se na verdade de um serviço que transforma um ano inteiro de posts no Facebook em uma espécie de revista (impressa mesmo) com um layout elegante e profissional.

Quem compra o serviço pode escolher entre uma seleção de cores e imagens de capa. Para produzir o conteúdo, o sistema utiliza motores de busca que procuram os momentos mais importantes da jornada com base na quantidade de likes dos posts. Há também a opção de selecionar as fotos para ter um resultado mais personalizado.

No fim das contas, por aproximadamente 75 dólares, uma revista com suas memórias preciosas será encaminhada para a sua casa. Uma porcentagem do lucro da ação é doada para a Fundação Faso, uma entidade na Holanda que auxilia crianças no acesso à educação.

 

Conheça melhor o projeto aqui.

 

Fonte: Ad News

Emojis: a nova linguagem da internet


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Os emojis vão dominar o mundo! Pelo menos o mundo digital…

Este recurso veio como nova forma de linguagem e está ganhando espaço. Todo mundo está usando as famosas carinhas para expressar sentimentos e para conversar, e hoje já representa 55% da nossa comunicação não verbal, segundo infográfico da Infobase.

Os emojis chegaram nos teclados do sistema iOS em 2011 e em 2013 estavam disponíveis para os usuários do Android. Hoje representam metade dos comentários, legendas e hashtags postados no Instagram, por exemplo. E eles estão ultrapassando os limites da internet e conquistando a publicidade fora dela, como é o caso do Itaú que apostou num comercial para TV cheio de carinhas.

Veja abaixo o infográfico da Infobase com curiosidades e dados das carinhas mais simpáticas da internet.

Maio, o mês da diversidade no cinema


Você deve estar se perguntando por que o mês diversidade, né? Eu explico. Minhas escolhas de filmes para o mês de maio foram um tanto ou quanto interessantes. Eu não tinha planejado, mas acabei assistindo a filmes de diferentes nacionalidades. E já adianto que gostei de ter arriscado em longas que não teria dado uma chance, caso tivesse mais opções no cinema.

Veja só o que achei de cada um deles!

Longa_jornada Uma Longa Jornada 

Apesar de ser uma leitora voraz, confesso que tenho um pouco de preconceito com livros da “prateleira” (esses considerados best-sellers). Sou do tipo que vai logo dizendo: “não li e não gostei”. Tampouco costumo ver a adaptação desses livros para o cinema. E foi graças a minha “ignorância literária” (eu não tinha ideia de que Uma Longa Jornada era uma adaptação do best-seller do escritor Nicholas Sparks, rsrs) que decidi assistir a esse filme. Pura sorte!

O filme começa com uma história batida, de uma estudante de artes que sonha em se tornar uma profissional bem-sucedida. No vai e vem do enredo, a protagonista se apaixona por um cowboy (interpretado pelo lindo Scott Eastwood <3) que não sabe nada além de montar em touros e morar na fazenda. O romance vai se desenvolvendo sem muitas esperanças de dar certo, até que a vida deles cruza com a do senhor Ira, que por meio de cartas revive sua própria e antiga história de amor. Dai pra frente, é só romance e delicadeza.

O filme, apesar de não ter grandes pretensões, traz uma linda história, bem contada e dirigida. Vale a pena ver. Até porque, todo mundo precisa de um pouco de romance na vida, né?

Curiosidade: Scott Eastwood é filho do cineasta e ator Clint Eastwood.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 3 guitarrinhas!

 

 desejo_da_minha_alma O Desejo da Minha Alma   

Este é um filme japonês que vi meio às cegas.  Isso porque não tinha a menor ideia do que eu iria encontrar, já que a sinopse pouco explicava (e eu também não encontrei nenhum comentário sobre o longa na internet).  Mas eu bem gosto quando é assim. Esses são os que mais me surpreendem. Dito e feito. Tive uma grata surpresa!

O filme é extremante triste, porém muito sensível e delicado. Narra a história de dois irmãos que ficam órfãos depois de um terremoto. A cena inicial já resume toda a qualidade do filme. A câmera em movimento mostra a urgência da menina em salvar seus pais, e nos dá a impressão de serem os olhos perdidos da menina…

Pode-se dizer que é um filme sobre perdas e esperanças, em que o silêncio e o olhar são as narrativas adotadas. Por meio delas, vemos a dor, o vazio. Essas cenas contrastam com a fala rápida e alta da tia das crianças, que tenta de todo modo aliviar aquela tristeza e também com a alegria do pequeno Shota (um dos órfãos), que mal sabe o que está acontecendo.

Algumas cenas emocionam e cortam o coração sem que seja dita uma única palavra.  As que mais me impressionaram foram as cenas da caixa do correio, a do porto onde chegam os navios e as cenas do fim do filme (não quero fazer Spoiler!).

A certeza de que um filme foi bem dirigido é quando há crianças em cena com uma ótima atuação. Nesse caso, os protagonistas. Que encenaram de forma excepcional muito mais com olhares e movimentos do que com textos.

Por tudo isso e muito mais, este filme está mais do que recomendado!

Curiosidade: A produção venceu o Urso de Cristal de Melhor Filme no Festival de Berlim 2014

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 4 guitarrinhas!

 

entre_abelhas Entre Abelhas    

Entre Abelhas é aquele típico exemplo filme bem pensado, porém mal executado.

Pra começar, já me incomodou o fato de que não há um desenvolvimento nos diálogos.  Sério. A cada dez palavras que os personagens pronunciavam, oito eram palavrões. E não digo isso porque sou puritana (não mesmo). Mas acho que o cinema nacional já passou dessa fase de usar esse tipo de artifício para provocar “simpatia/risos”.

Particularmente, achei o filme muito ruim e extremamente perdido. Tive vontade de pegar minha bolsa e ir embora na metade da história (e isso é bem raro de acontecer, gente). Mas, como uma boa esperançosa que sou, dei mais uma chance, contando com a possibilidade de o final compensar todo o resto (sempre dou “peso dobrado” para os finais). O que, pra minha infelicidade, não aconteceu. O final foi pior que o filme todo.

Como sempre acontece quando acho um filme ruim, resolvi fazer uma autocrítica e tentar analisar se eu é que não tinha entendido direito o enredo. Daí, fui pesquisar a opinião de outros expectadores e descobri que o descontento era geral (e muitas críticas eram similares às minhas). As que defendiam o filme, diziam que a ideia, na verdade, era mostrar a depressão, o egoísmo etc. Também acho que essa era a intenção da história. Mas, que acabou sendo muito mal executada e passou bem longe de atingir seu objetivo.

Curiosidade: O título do filme refere-se ao perigo de extinção das abelhas. A associação com a trama vem com o fato das pessoas desaparecerem ao redor do protagonista.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 1 guitarrinhas!

É isso, pessoal. Espero que tenham gostado. Aguardem, porque mês que vem tem mais!

Você tem certeza que conhece São Paulo?


No último fim de semana resolvi fazer um programa diferente: virei turista no centro de São Paulo. Embarquei em uma visita guiada, que é parte do projeto Triângulo São Paulo (que explico melhor o que é em outro post aqui do blog), e conheci um pouco mais da história escondida entre os prédios, cafeterias e museus do centro da cidade.

Cheguei a uma conclusão óbvia: às vezes passamos por alguns lugares na capital paulista sem se dar conta do que temos na nossa frente. Ou por falta de atenção ou porque realmente não conhecemos a nossa história.

Por exemplo, ao lado do Pátio do Colégio fica o Solar da Marquesa de Santos, único imóvel remanescente da arquitetura residencial do século 18, cujas paredes ainda são de taipa de pilão (mistura de terra umedecida, areia, estrume, fibras vegetais e sangue de boi – e ainda está de pé!). Este era o lugar onde vivia a mais célebre amante de Dom Pedro I, Maria Domitila de Castro Canto e Melo.

Solar da Marquesa de Santos.

Solar da Marquesa de Santos.

Entre as curiosidades também está o Edifício Triângulo, uma obra de Oscar Niemeyer, que traz em sua fachada e hall painéis em mosaico de pastilhas de vidro do pintor Di Cavalcanti. E a antiga sede da Caixa Econômica Federal, ali na praça da Sé, com uma fachada monumental com colunas de mármore negro, lindíssima! Temos também um prédio bem no miolinho do centro que representa a bandeira ondulante do estado, o Edifício Ouro para o Bem de São Paulo. Este último passa totalmente despercebido e em uma história bastante interessante.

Mural de Di Cavalcanti, na fachada do Edifício Triângulo.

Mural de Di Cavalcanti, na fachada do Edifício Triângulo.

Uma coisa é certa. Vale a pena conhecer o centro de São Paulo com direito a guia e tudo mais. Infelizmente a visita guiada da qual eu participei não irá mais acontecer e os guias Triângulo São Paulo estão esgotados (a distribuição era gratuita!). Mas, existem muitas outras opções para os curiosos. Uma dica é procurar pela associação Viva o Centro e se informar.

Eataly: paraíso italiano na terra


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Fim de semana chegou e está na hora de começar a se programar. Pra quem está em São Paulo, gosta de comer bem e tem uma quedinha pela comida italiana e seus costumes, a dica é visitar o Eataly. O espaço foi inaugurado essa semana e vem com uma proposta simples (e deliciosa!). Todos os tipos de comida italiana no mesmo lugar, onde você come, compra ingredientes e aprender a fazer.

O Eataly, que teve sua primeira loja em Turim, na Itália, tem 4.500 metros quadrados. São 18 pontos de alimentação divididos nos três andares, bar e restaurante no terraço, uma sala de aula, 22 departamentos de mercado e 7 mil produtos disponíveis para compra! E no meio disso tudo, uma novidade que vai dar água na boca: um Nutella bar.

No mundo existem 29 lojas Eataly, sendo que quinze estão na Itália. As outras estão distribuídas entre Estados Unidos, Japão, e cidades como Dubai, Istambul e, agora, em São Paulo.

Fica a dica!

Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1489.

Horário de funcionamento até 24 de maio:

Mercado: todos os dias das 8h às 23h.
Restaurantes: segunda à sexta das 11h30 às 15h / 18h30 às 23h.
Sábado e domingo das 12h às 16h e das 19h às 23h.

Um pouco mais de procrastinação, por favor!


deixar-para-depois

Nesta manhã li um texto que me fez chegar à conclusão de que estamos vivendo sem tempo para paradas. Não sei se a sua impressão é a mesma que a minha, mas os dias se tornaram ainda mais cheios ultimamente. As tarefas se empilham com mais facilidade que a louça na pia. E os dias acabam com aquela sensação de que muita coisa ficou para trás, por mais que você faça.

Esse sentimento generalizado de que a matemática das tarefas parece ter uma lógica diferente da aritmética do nosso tempo está levando a sociedade a uma espécie de transe da urgência. Com os celulares (sempre à mão), nunca desconectamos. Trabalhamos na mesa do restaurante respondendo ao email, pensamos nas compras do supermercado enquanto estamos tentando ter um momento de lazer. A ansiedade de tudo “pra ontem” fez surgir um padrão de comportamento que a psicologia tem investigado e identificado como precrastinação. Ao contrário dos que sofrem da procrastinação (o ímpeto de deixar tudo pra depois), os precrastinadores realizam uma tarefa tão logo a recebem.

Esse tipo de comportamento foi descoberto por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Para medir como as pessoas enfrentam os esforços físicos, os cientistas propuseram um desafio: 27 voluntários deveriam carregar um balde de moedas por uma determinada distância. E poderiam fazer isso da maneira que considerassem melhor. Os baldes foram colocados em dois pontos: próximos de onde os participantes deveriam iniciar o desafio e, outros, bem pertinho da linha de chegada. Para surpresa da equipe, a maior parte dos voluntários preferiu pegar o balde que estava mais próximo deles – mesmo que isso os fizesse carregar o peso por um trajeto maior.

Entrevistadas depois, essas pessoas justificaram sua decisão da seguinte forma: achavam que, ao pegar o balde que estava logo ali, tinham a impressão de ter começado o desafio mais cedo, ganhando, assim, uma vantagem na sua resolução. Ou seja, o raciocínio foi “quanto antes eu começar, antes eu termino”.  A conclusão da pesquisa não poderia ter sido outra: precrastinadores inciam as tarefas antecipadamente para se livrar da ansiedade que elas podem representar, do medo de não conseguirem terminá-las a tempo. De acordo com os pesquisadores, o ato é um gatilho tão automático, que os precrastinadores  não conseguem medir as desvantagens que podem ter.

Tem que ser agora!

Corrija-me se eu estiver enganada, mas a expressão que abre este intertítulo é a materialização de algo que vivemos nos dias atuais. Vivemos sobre uma corda bamba chamada urgência. Corre, corre, corre!

A urgência, antes típica do trabalho, se infiltrou em tudo. Inclusive nos momentos de lazer. Se estamos num parque, queremos logo tirar um selfie e compartilhar nas redes sociais, naquele exato momento.  Não conseguimos esperar chegar em casa pra dividir qualquer experiência.

Tem de ser ali, naquele exato instante. Isso nos faz concluir que não há mais um momento de ócio. As mensagens não param, o Whatsapp emite alertas sem parar, as pessoas nunca desligam. Ufa!

Qual a solução para essa sensação de urgência? Bem… Não há uma. O importante mesmo é não deixar que as tarefas a serem cumpridas nos gerem ansiedade demais – seja por querer tratá-las de imediato, seja por postergá-las até o último minuto. E sempre tenha em mente: nem tudo precisa ser feito nesse instante. Coloque pausas no seu dia a dia e reserve mais tempo para o que, de fato, interessa na vida.

 

Fonte: Vida Simples