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Playlist equipe Cadaris – Músicas que amamos


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Não é nenhum exagero dizer que o mundo dos criativos aqui da agência se resume em música. Não mesmo. Tanto é assim que quando pedi para cada um deles escolher três músicas de que gostasse muito, escutei perguntas como: “Só pode três?” “Sério mesmo que não posso escolher mais?”… O resultado dessa Torre de Babel de bandas e artistas é a playlist abaixo, eclética e ao mesmo tempo comum a todos nós.

Confira cada uma das escolhas e aperte o play!

Ana Paula Machado

A Ana, da redação, é fã de clássicos, como “Something”, dos Beatles. Pearl Jam e Beirut também fazem parte de seu repertório.

Para ouvir ▶ Just Breath – Pearl Jam , Something – Beatles e Elephant Gun Beirut

Balbina Arantes

A Balbis da redação também é amante de música e na lista dela aparece, por exemplo, “Like a rolling stone”, de Bob Dylan.

Para ouvir ▶Like a rolling Stone – Bob Dylan; Dance me to the end of love  – Leonard Cohen e I guess that’s why they call it the blues – Elton John

Barbara Folch

Quando se trata de música, impossível encontrar alguém mais eclética que a Bárbara, do administrativo. Conheça as trilhas que marcaram a vida dela.

Para ouvir ▶ Somebody Told Me – The Killers, Logo Eu – Jorge e Mateus e Roar – Katy Perry

Débora Vasconcelos

Amante de MPB e de clássicos brasileiros como Raul Seixas e Renato Russo, a Débora, da equipe de redação, não abre mão de ouvir uma boa música diariamente. Olha só as escolhas dela…

Para ouvir ▶ O Silêncio das Estrelas  – Lenine , Use Somebody -  Kings of Leon e Tantas Palavras – Chico Buarque

Diana Gonçalves

Apaixonada por música, a Diana, do administrativo, sofreu para separar apenas três opções. Em sua lista estão The  Calling, Red Hot Chili Peppers e Lulu Santos.

Para ouvir ▶ Wherever you will go - The Calling; Californication – Red Hot Chili Peppers e Apenas mais uma de amor – Lulu Santos

Fred Pimenta

Nosso diretor de criação, Fred, é fã de Pearl Jam, Deftones e Bruce Springsteen.

Clique para ouvir as preferidas dele ▶ Present Tense – Pearl JamDiamond Eyes – DeftonesHungry Heart – Bruce Springsteen

Guilherme

Fã de rock, Guilherme não titubeou ao listar as suas bandas preferidas: Muse e Oasis.

Para ouvir ▶ New Born – Muse; Gas Panic! – Oasis e Take a Bow – Muse

Juliana Pimenta

Assim como a Diana, a Juliana, de planejamento, também sofreu para separar apenas três músicas. Na lista dela aparece o famosíssimo Paul MacCartney.

Para ouvir ▶ God Only Knows – Beach Boys; Blackbird – Paul MacCartney e Todo Sentimento – Chico Buarque

Larissa

A Larissa, de atendimento, também fez as escolhas dela:

Para ouvir ▶ Best of you – Foo Fightes; Pra Sonhar – Marcelo Jeneci e Florence The Machine – Shake it out

Luis Felipe

Na hora de escolher as três músicas, Luis Felipe, de atendimento, declarou, sem rodeios, que ama todas as músicas da Iron Maiden. Mas, como precisava escolher, ele fez uma forçinha para separar suas preferidas…

Para ouvir ▶ The Prophecy – Iron Maiden; Riders On The Storm – The Doors e Give Me All Your Love – Whitesnake

Maris Harada

A Maris, diretora e sócia da Cadaris, fez sua escolha rapidamente. Em seu repertório estão três bandas de rock clássicas: U2, Rolling Stones e Kiss.

Para ouvir ▶ Beautiful Day – U2; Sympathy for the Devil – Rolling Stones e I wanna Rock’n’roll all night  – Kiss

Mauricio Trentini

O Mauricio, de criação, gosta tanto (mais tanto) de música que não conseguiu separar suas preferidas. Disse que escuta de tudo. “Não tenho preferência”, diz.

Raphael

O Rapha, de criação, também achou dificuldade na hora de escolher suas músicas. “Pode ser dez?”, perguntou. Em seu repertório está “Uma nova história”, de Fernandinho. Confira as outras:

Para ouvir ▶ Be yourself – Audioslave ; Uma nova historia – Fernandinho  e Jeremy – Pearl jam

Ricardo Viegas

The Doors, Dead Fish e Pearl Jam estão entre as preferidas do Ri, de criação.

Para ouvir ▶  Gloria -The Doors, Canção para Amigos – Dead Fish e Just Breathe – Pearl Jam.

Victor Souza

No repertório do Victor, de criação, estão Led Zeppelin, Manu Chao e Alice in Chains.

Para ouvir ▶ Babe I’m Gonna Leave You – Led Zeppelin ; Manu Chao – EZLN… Para todos todo  e Dirt Alice in Chains

 

Rooms: o app que quer trazer a anonimidade de volta à web


Se você sente falta da época em que a internet servia principalmente para se fazer contato com pessoas que você não conhecia na vida real por meio de chats e fóruns, talvez o Rooms seja o aplicativo perfeito para o que você procura. Ele foi criado pelo Facebook, mas não é necessário ter uma conta na rede para utilizá-lo. Nele é possível criar salas sobre assuntos de forma semelhante ao Reddit. Nestas salas, ou “rooms”, os usuários podem postar textos, fotos e vídeos com temas escolhidos livremente, para reunir pessoas que tenham interesses semelhantes sem necessariamente se conhecerem na vida real.

Infelizmente o app, que foi lançado em 23 de outubro, ainda está disponível apenas para aparelhos com o sistema iOS e em países de língua inglesa. O surgimento do Rooms vem em uma época em que as pessoas começam a questionar o compartilhamento excessivo de informações e a perda da anonimidade na rede e reflete uma busca de alguns usuários pela comunicação com pessoas que tenham interesses semelhantes, sem importar muito se há convivência na vida real. Resta saber se a moda vai pegar.

Fontes: Mashable, Rooms.me, G1

 

 

Cores e tendências ao redor do mundo


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O blog brasileiro do famoso banco de imagens Shutterstock  publicou o infográfico Cores e Tendências revelando as cores que estarão em alta nos próximos meses e que – segundo o blog – irão dominar a área de design. A análise das cores mais populares foi feita baseada nos dados da coleção de imagens do próprio site (40 milhões de imagens).

O Shutterstock disponibiliza duas ferramentas que facilitam a busca de cores e tons – Pallete e Spectrum. Para quem trabalha com as cores e sabem do impacto que elas têm em todo o tipo de trabalho visual, vale a pena conferir.

Confira abaixo o infográfico com o resultado da pesquisa realizada sobre tendências e cores ao redor do mundo.

Alguns bons motivos para ler mais


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Os apreciadores de uma boa leitura podem confirmar: a lista de benefícios que a leitura pode proporcionar é extensa. Afinal, como dizia o poeta inglês Joseph Adilson,“A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”.

Confira a seguir alguns bons motivos que provam cientificamente que ler faz bem. Para tudo.

Ajuda a dormir melhor

Todo mundo interage com tela atualmente. Mas as emissões de sinais eletrônicos coloca sua mente em estado de atenção (como se fosse para se manter acordado). Ler com luz suave tem o efeito oposto. Quem tem o costume de ler umas páginas antes de dormir sabe bem disso.
Fonte: huffingtonpost.com

Reduz stress

A Universidade de Sussex provou que seis minutos somente de leitura diária são mais eficientes até do que ouvir música ou caminhar para combater stress.
Fonte: huffingtonpost.com

Encoraja a busca por conquistas

A Universidade do Estado de Ohio fez um estudo interessante, de que quanto mais você se identifica com um (ou vários) personagem na leitura, muito maior é a chance de você tomar ações na vida.

Fonte: rd.com

Aprimora sua empatia

É um dos resultados imediatos da leitura. Estudo mostra que se deixar envolver pela leitura e pelos desafios de personagens do livro traz sentimento de identificação e consequente empatia aos esforços dos outros.
Fonte: huffingtonpost.com

Ler amplia seu vocabulário

Um hospital em Rhode Island fez um teste em crianças de oito anos, e aquelas para as quais os pais liam histórias tiveram desenvolvimento de vocabulário 40% maior. Isso é amplificado na vida adulta.

Fonte: raisesmartkid.com

Te torna mais rico culturalmente e menos preconceituoso

Outro estudo, do National Endowment for the Arts, mostra que a leitura desperta uma aceitação maior por outras culturas. Logo, por hábitos diferentes dos seus.
Fonte: rd.com

Um romance melhora atividade cerebral por dias

Pesquisa da Universidade Emory aponta que o resultado da leitura atua nos moldes de exercícios físicos para o cérebro. Romances o transportam para experiências de outras pessoas e a imersão tem resultados biológicos.
Fonte: independent.co.uk

Previne Alzheimer e Demência

O cérebro exercitado funciona como o coração – benefícios a longo prazo e diversos estudos apontam prevenção das duas.

Fonte: huffingtonpost.com

Faz com que você escreva melhor

Quando você lê, se torna uma espécie de ladrão de estilo (de escrita). Quanto mais você se identifica com a maneira de o autor escrever, mais aquilo afeta e aprimora sua capacidade de escrita. Da mesma forma que músicos são influenciados por músicas que gostam.

Fonte: buzzfeed.com

 

 

 

 

 

Hashtags: Como usá-las corretamente


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As hashtags se tornaram ferramenta importante no meio digital e hoje em dia é difícil achar alguém que não saiba o que são. Mas, no entanto, muitas pessoas não entendem a forma correta de usá-las.

O símbolo # conquistou o seu lugar nas redes sociais mais populares, iniciando no Twitter, depois no Facebook, Instagram e Google+, entre outras. Este é o meio mais fácil de categorizar conteúdos postados nas mídias sociais, permitindo a busca de conteúdo aberto de outras pessoas e empresas ao redor do mundo por meio de uma mesma hashtag. Também é um ótimo caminho para o tão sonhado engajamento, incentivando outros usuários a usá-la com base em temas de interesse comum.

Saber como usá-las é fundamental para ter sucesso nas mídias sociais. Veja a seguir algumas práticas positivas e também o que não fazer com as hashtags.

Como usar

Seja específico: Experimente usar uma hashtag que remeta a um tema específico de interesse de um grupo. Quando mais objetiva for a hashtag usada, maior será a interação do público que realmente se interessa, o que significa maior engajamento. Se ainda não tem um termo específico, use algo que já existe – um ou dois termos – que realmente combinem com o conteúdo/imagem compartilhado. As próprias mídias sociais disponibilizam suas dicas de como usar a hashtag em seu espaço. Veja, por exemplo, as do Instagram.

Use as hashtags certas de acordo com a mídia que está usando: O objetivo é o mesmo em todas as redes sociais – marcação de conteúdo. Mas, o uso das hashtags varia de acordo com a rede. No Instagram, por exemplo, os termos são mais focados na descrição das fotos e das ferramentas de edição utilizadas. Já no Twitter, as hashtags tendem a focar mais em temas que estão em pauta. Assim, quem deseja saber mais e discutir aquele tema na própria rede, poderá encontrar facilmente a discussão e se envolver.

É válido fazer uma pesquisa para saber como usar hashtags em cada mídia social, para que seja mais funcional. Também vale gastar um tempo para descobrir os termos mais populares e mais relevantes, que geram engajamento. Veja aqui as dicas do Twitter.

Use hashtags marcantes, mas evite usar o nome da marca: O ideal é usar termos que representem a marca o que ela defende. Um exemplo é a marca canadense Herschel Supply Co., que oferece bolsas, mochilas e acessórios. Em sua conta no Instagram, a empresa criou a hashtag #welltravelled, que usam para compartilhar fotos de viagens que caracterizam seus produtos. Assim, seguidores comuns, passaram a postar fotos de suas viagens e usar a mesma hashtag. Claro que a marca só incentivou ainda mais o uso e o conteúdo de sua página é gerado também pelos seguidores.

Como NÃO usar

Não faça hashtags longas e muito complicadas: Em geral, quando estiver criando uma hashtag tente ficar com um termo curto e leve. Mesmo que hashtags longas atinjam um público bastante específico, ninguém vai querer ficar digitando tudo aquilo. E as muito complicadas estão fora. O objetivo das hashtags é tornar as coisas mais fáceis e, por isso, é importante que seja um tanto intuitiva.

Não coloque mais hashtags do que palavras: Os usuários gostaram tanto das hashtags que passaram a usar de forma excessiva. Usam de forma irônica ou para fazer alguma piada. Mas, para as marcas e empresas, quanto mais maior for o uso, mais desesperado vai parecer. Grande quantidade de hashtags pode sim significar mais alcance, mas geralmente estes seguidores que está ganhando são as pessoas que estão apenas interessadas em serem seguidas de volta. Tenha foco ao invés de desperdiçar hashtags por aí.

Não use hashtag para tudo: Esta ferramenta serve para tornar o conteúdo mais visível para um público mais amplo. Mas, nem tudo o que você compartilhar vai se encaixar em uma hashtag. Se um tweet, post ou comentário não serve para uma conversa mais ampla, pode-se considerar deixar a hashtag de fora. Por exemplo, se o seu post está apenas compartilhando uma notícia, mesmo que importante, não precisar usar. Mas, se o caso for uma análise da notícia postado em seu blog, aí sim a hashtag é fundamental.

#OutubroRosaDaCadaris


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Uns com capricho na estética. Outros no conceito. E todo mundo se divertiu no selfie: colocando texto, agregando elementos e fazendo montagens. A grande vencedora é a VIDA. Quem sabe a gente não alertou alguém a fazer o exame clínico das mamas que vinha sendo negligenciado?

Os funcionários da Agência Cadaris participaram do concurso interno #OutubroRosaDaCadaris . A proposta foi publicar uma selfie com esta hashtag para alertar as mulheres da nossa rede de amigos sobre a importância da prevenção no combate ao câncer de mama.

O concurso teve como julgadores grandes referências desta causa: a jornalista Vera Golik e o fotógrafo Hugo Lenzi, autores do projeto De Peito Aberto, que retrata a autoestima da mulher com câncer de mama por uma abordagem humanista. Para nós, foi uma grande honra ter a sua participação na nossa iniciativa.

Segundo Vera e Hugo, a melhor foto foi a da Maris Harada.

“A FOTO ESCOLHIDA foi a nº 05 (cinco), a qual apelidamos de MOSAICO. A escolhemos pela CRIATIVIDADE com que abordou o tema, unindo as várias campanhas que existem em prol da mesma causa, pela diagramação MODERNA, que causa IMPACTO e MOBILIZA quem vê, e pela INFORMAÇÃO clara, que enfatiza a importância do autoexame (SE TOCA), e estimula o COMPARTILHAR, para que a mensagem se espalhe ao máximo e mais vidas sejam salvas. Parabéns à idealizadora que aparece no centro da composição, no Selfie, atendendo o que foi proposto pelo concurso. Parabéns à CADARIS pela iniciativa”.

Confira as demais fotos participantes.

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Fatos sobre a internet – 2014


Que a internet mudou a vida das pessoas e a rotina da humanidade, todo mundo sabe. Mas ver números e fatos que mostram o quanto ela está presente na rotina de todos é uma forma mais clara para visualizar a importância da rede. Recentemente o site Host Advice criou um infográfico com informações atuais e interessantes sobre a internet que mostram um pouco da realidade dos usuários e da conexão neste ano de 2014. Aqui na Cadaris, traduzimos e adaptamos este infográfico e incluímos alguns dados sobre a realidade brasileira. Confira abaixo:

Fonte: Host Advice (adaptação Agência Cadaris)

Internet das Coisas. Nem tente fugir dela.


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Talvez você já tenha ouvido falar que estamos entrando na 4ª geração da Internet, conhecida como a Internet das Coisas, onde tudo estará conectado.

Após a passagem pelas três primeiras gerações (Conectividade, E-commerce e Redes Sociais), a Internet das Coisas estabelece uma interação entre objetos inteligentes por meio da Internet.

Quer exemplos? Uma cama ativada por voz que acompanha se você dormiu bem e até mesmo se você teve insônia; geladeiras que entendem o que está faltando e até fazem o pedido diretamente ao supermercado delivery; e um grill que serve comida com base nas preferências do usuário, conecta-se a um banco de dados de receitas, dá instruções e até envia mensagens de texto em momentos-chave, como quando é a hora de virar a comida.

Ficou surpreso? Calma. O universo conectado é ainda maior do que esse. Há outra possibilidade da Internet das Coisas ainda mais abrangente: sensores que equipam um automóvel podem enviar sinais em tempo real para um algoritmo sofisticado em um processador no próprio veículo, que pode tomar decisões que melhoram a segurança da sua condução, evitando colisões ou mau uso dos seus componentes.

Mas, como tudo sempre tem seu lado negativo, a Internet das Coisas ainda é muito vulnerável no universo online. Vide casos revelados pelo ex-agente da NSA, Edward Snowden, sobre o escândalo das espionagens virtuais realizadas pelo governo norte-americano.

Para o exemplo do carro dado em um dos parágrafos acima, podemos citar o risco de um hacker conseguir acesso ao sistema do seu veículo e conhecer seu percurso, sua rotina, saber quando você sai ou volta para casa…

Estima-se que a Internet das Coisas entre realmente no cotidiano das pessoas em um período de cinco a 10 anos. E aí, sim, a facilidade estará a um clique de cada um de nós.

 

Fonte: Consumer Eletronics Show

 

Congelar óvulos é a solução?


Crédito: Shutterstock | Modificada por Agência Cadaris

Crédito: Shutterstock | Modificado por Agência Cadaris

Na semana passada, o Olhar Digital publicou uma reportagem sobre um novo benefício do Facebook para atrair as mulheres ao mercado de tecnologia: o congelamento de óvulos.  A mesma estratégia será implementada pela Apple a partir de janeiro de 2015. O investimento é limitado a US$ 20 mil por pessoa. Esse serviço custa em média US$ 10 mil por coleta e anualidade de US$ 500 para armazenamento.

A atitude foi bem recebida por especialistas americanos.  Segundo eles, é niveladora porque tira das mulheres sua preocupação com o relógio biológico, permitindo que elas dediquem seus anos mais saudáveis às empresas sem perderem o timing da gravidez.

Eu confesso que a primeira coisa que me veio à mente foi: Não seria mais fácil começar pelo nivelamento de salários e oportunidades de ascensão? Ou então, permitir um sistema parecido com o da Inglaterra de licença maternidade estendida, home office ou carga diária de 6 horas?

Como mãe de dois meninos, eu tenho muita tranquilidade em afirmar que a questão biológica não se restringe à produção de óvulos. Quero ver uma mulher na casa dos 50 anos encarar a gravidez e o parto com tranquilidade. E mais: com 55 anos correr atrás do rebento, com 65 anos gerenciar a crise da adolescência, etc. Tudo isso, conciliado, é claro com a vida profissional. Ou a ideia é congelar os óvulos e parar de trabalhar quando for usá-los?

Vale a reflexão…

 

Outubro Rosa

Já que estamos falando de mulheres, aproveito este espaço para lembrar sobre a importância na prevenção do câncer de mama. No meu círculo de amizade, vi duas mulheres próximas sucumbirem à doença. Em ambos os casos, a vilã foi a desinformação. Então seguem aqui alguns dados e links para serem divulgados e compartilhados.

O câncer de mama… 

… é o segundo tipo de câncer mais comum no mundo e o primeiro entre as mulheres.

… pode ser diagnosticado em 1 a cada 8 mulheres.

… registra taxa de sobrevida de 50% no Brasil, bem abaixo da média mundial de 61%. Nos EUA, esse índice é de 89%.

… quando detectado cedo tem 98% de taxa de sobrevivência. Em estágio avançado, 27%.

Fontes: INCA, Ministério da Saúde, Drauzio Varela, entre outros. Dados extraídos de infográfico.

Formas de detecção precoce (fonte: INCA)

- Passar periodicamente por exame clínico das mamas (realizado por médico ou enfermeiro).

- Realizar a mamografia como exame adicional ao clínico.

- Fazer o autoexame das mamas com frequência e buscar o serviço de saúde em caso de dúvidas ou detecção de anormalidades.

 

Links úteis

Ministério da Saúde

Instituto Nacional de Câncer

 

 

Táticas para não usar nas mídias sociais


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Multiethnic Group of People Meeting with Symbol

Já sabemos que as mídias sociais são ferramentas importantes para aumentar o tráfego de visitantes em páginas online e alavancar os negócios. Mas a questão é: está realmente funcionando?

As chances de não funcionarem crescem quando usamos táticas que já se tornaram obsoletas. O que funcionava antes, pode não funcionar mais. É preciso se adaptar e evitar hábitos antigos. Para que as mídias sociais sejam realmente funcionais evite as seguintes estratégias.

1. Postar sem planejamento

Postar diariamente e sempre quando estiver um tempinho sobrando não é o ideal. Talvez os seus seguidores não estejam online quando você está livre e não verão o conteúdo compartilhado, mesmo que você esteja promovendo um post.

Uma dica: o site Simply Measured tem algumas ferramentas gratuitas que mostram os melhores momentos para postagens de acordo com uma análise feita do comportamento dos seguidores. Depois de saber os melhores dias e horários para postagens vale fazer posts com antecedência e agendá-los.

2. Se dedicar a vendas diretas

Quando o número de seguidores é alto, natural querer convencê-los a comprar o produto ou serviço oferecido. Mas apenas dizer para que comprem não vai ajudar muito. É preciso criar um relacionamento primeiro e, então, guiar os fãs das páginas a um comportamento pretendido. Primeiro, faça um mailing com os e-mails, depois ofereça produtos, serviços e promoções via e-mail marketing. Isto funciona porque, quando já estão familiarizados com a marca/empresa e já fizeram micro compromissos, como acessar o blog, o site, acompanhar o conteúdo, se tornam mais propensos a dizer sim.

3. Ter milhares de seguidores

Seguir usuários das mídias sociais a fim de conquistar mais seguidores e até mesmo comprar milhares de fãs vai fazer a página parecer muito legal, mas os números também podem ser prejudiciais. As internet está cada vez mais inteligentes e muitos sites sociais são capazes de identificar quanto de seus seguidores estão realmente engajando. E se a relação seguidor-conteúdo é fraca, o conteúdo não se espalha e o tráfego será menor. Às vezes vale mais a pena ter menos fãs e mais envolvimento.

Uma dica: preste atenção no que outras empresas/marcas têm feito. Busque compartilhar conteúdo que engaje mais, ou seja, que gere mais comentários, compartilhamentos e “curtir”.

4. Compartilhar sem otimizar

Compartilhar o conteúdo do seu próprio site não é tão simples quanto copiar e colocar a URL da página nas mídias sociais. Se o código do site não estiver otimizado para estas mídias, quando o conteúdo é compartilhado não aparecem as imagens. A dica é: adicione meta tags no seu conteúdo. (Clique aqui e saiba como fazer).

5. Auto promover-se

É óbvio que uma marca participa de uma rede social para conquistar clientes e dar mais destaque aos negócios. Mas, quando isto fica muito exposto aos fãs, é inevitável perdê-los. O ideal é se relacionar com os seguidores, compartilhar conteúdo que estejam de acordo com os interesses deles. Além disso, responder as mensagens, tirar dúvidas e interagir é fundamental para contribuir para o destaque da marca e gerar mais negócios.

Fonte: Quick Sprout