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Você sabe o que é lead?


Se todo projeto bom começa com um bom briefing, podemos dizer também que quase todo texto e quase todo relacionamento (com clientes ou consumidores) começa com um bom lead!

post-leadLead é uma palavra inglesa que tem vários significados. Entre eles, como verbo, significa ‘guiar’ ou ’conduzir’, e é exatamente o que ele faz, tanto no jornalismo quanto no marketing.

Em jornalismo, o lead é o primeiro parágrafo da matéria, que tem uma espécie de resumo da história ou notícia. Ele ‘guia’ a leitura e responde a perguntas essenciais: Quem? O quê? Como? Quando? Onde? Por quê?

Quem o escreve deve incluir a informação principal, incluindo dados que respondam a essas perguntas, ou pelo menos parte delas, sobre o fato apresentado.

Já em marketing, o resumo de informações é referente ao cliente. Ele deve reunir o essencial sobre a pessoa ou a empresa que se está criando o relacionamento, como nome, cargo, telefones e email, ramo de atividade, endereço, horário para contato, principal interesse ou necessidade, etc. Ele guia o relacionamento e, sobretudo, o primeiro contato.

Em CRM (gestão de relacionamento com clientes), usa-se o termo especialmente para prospects, ou contatos potenciais. É aquele cara com quem você ainda não está familiarizado, mas pode se aproximar até ‘convertê-lo em conta’, ou seja, num cliente efetivamente com relacionamento mais próximo.

Há várias estratégias de lead, ainda mais no planeta agência, onde trabalhamos com toda essa linguagem. Seja em repostagem (jornal, revista e materiais corporativos) quanto em marketing.

Quer conhecer essas estratégias? Mande uma mensagem pra gente! Topamos um café, um almoço ou até mesmo fazer uma palestra ou treinamento na sua empresa para contar mais sobre isso! (;

GIF-se com moderação


Em uma de suas (inúmeras) atualizações recentes, o Facebook liberou o envio de GIFs animados pelo bate-papo e aplicativo Messenger.

Mas e no newsfeed?

Bem, desde 2015 dá para usar GIFs no newsfeed do Facebook. E esse tipo de arquivo, antigo, que até tinha caído em desuso, ganhou mais que um fôlego, virou uma febre.

Sempre de olho no que é hype, as empresas também se aproveitaram disso, e com toda razão. O problema é fazer isso do jeito certo. Cenas lamentáveis ocorrem quando a gente vê uma coisa sendo mal-usada. E ficamos com aquela cara…

O lance é respeitar as mídias. Use os GIFs como uma forma diferente de abordar seu público. O usuário, o fã, já espera uma determinada comunicação, e quando vê um GIF ele é surpreendido positivamente, pois reconhece na empresa uma aproximação com o dia a dia, mais amigável.

O GIF é majoritariamente reconhecido por ser uma comunicação fun, então isso deve ser explorado também pelas empresas, numa campanha mais leve, com um tema mais descontraído. É uma oportunidade para explorar a criatividade, se libertar dos guides e ousar.

Tá, mas como funciona?

O Facebook mostra o GIF ao usuário como se fosse um vídeo, usando a mesma configuração de reprodução estabelecida pelo usuário. No relatório de postagens da fanpage, o GIF possui as mesmas métricas de uma imagem estática.

Dá para usar GIFs também em anúncios no Facebook, sem esquecer a recomendação dos 20% de texto (não tem mais limite, mas também não tá liberadão) . Cuidado também para eles não serem luminosos ou granulados, pois correm o risco de serem reprovados pelo Team Zuckerberg. E lembre-se: GIF não tem som!

Então, fique de olho nas tendências da internet, os memes, as piadas, jargões e assuntos que podem gerar buzz. O que não significa simplesmente copiar a piada, ou postar vídeos de gatíneos, mas sim conhecer o público, seus interesses e comportamento. Isso renova o relacionamento e a comunicação da marca.

Por Fred Pimenta e Vivian Ferreira

Fonte: Facebook Business, Wallaroo Media.

Todo mundo é sangue bom!


Com propriedade podemos dizer: a gente dá o sangue aqui na Cadaris pra fazer coisas legais e ajudar o mundo. Não é demagogia, não. Você pode vir aqui nos visitar para verificar. E nesta semana tivemos um exemplo bem legal. A agência fortaleceu a importância de doar sangue, aproveitando o dia mundial do doador, que foi 14 de junho.

sangue-bomA campanha que elaboramos para a ABO (Associação Brasileira de Odontologia) fez um baita sucesso na rede social e no portal da associação. Entra lá na Fanpage e dá uma espiada. Além disso, a ABO mandou e-mail para os associados, que os levou ao portal, onde preparamos mais informações sobre o assunto. Veja mais.

Para a Hill’s – marca de alimentos de cães e gatos da Colgate-Palmolive –, nos esforçamos para ajudar a encantar e mobilizar donos de pets e veterinários nessa causa. As duplas de criação que o digam! Tudo via e-mail marketing e também com essa landing page lindona! Conheça os casos de animais que foram salvos pelo sangue.

 

O filme destaque do mês


NiseNise – O coração da loucura

Não sabia nada sobre Nise da Silveira (1905-1999) ao assistir o trailer do filme que despertou meu interesse. E quando ele estreou, lá estava eu!

Expectativa correspondida. Um ótimo filme de uma pessoa admirável com uma história incrível. Daqueles filmes baseados em fatos reais que você mal sai da sala e já está no Google procurando por mais informações.

O filme começa com Nise, no pós-cárcere, retornando às suas atividades médicas no Centro Psiquiátrico Pedro II, no bairro do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, e se deparando com os tratamentos de lobotomia e eletrochoque como técnicas mais avançadas no tratamento psiquiátrico. Chocada com aquilo, ela se recusa a adotar tais práticas e é isolada pelos médicos, lhe restando trabalhar com a terapia ocupacional, que era então um setor abandonado onde os pacientes ficavam praticamente largados o dia todo.

Lá, Nise adota práticas humanistas por meio da arte e do amor. No lugar do “picador de gelo”, ela usava pincéis, tintas, argila, cães e gatos. Pacientes que até então eram tidos como casos perdidos e viviam incomunicáveis começam a se expressar por meio das pinturas e esculturas.

Baseando-se nos estudos de Carl Jung (com quem ela se corresponde, enviando algumas obras de seus “clientes” e recebendo o retorno de Jung), ela transforma o setor de Terapia Ocupacional em um Atelier de Arte.

A direção de Robert Berliner amarra muito bem todos os acontecimentos, retratando a história de maneira emocionante e sensível sem cometer excessos. Some-se a isso um elenco excelente encabeçado por Glória Pires, certeira no papel principal, e temos o resultado de um ótimo filme representando o cinema brasileiro!

O filme ainda está em cartaz em diversos cinemas e, se você ainda tem algum preconceito com filmes nacionais (não, definitivamente, não deveria), essa é uma ótima oportunidade de mudar o seu conceito.

Assista o trailer:

Curiosidade: O filme conta apenas uma parte da história incrível dessa mulher que foi Nise da Silveira. Saiba mais sobre ela AQUI.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 5 guitarrinhas!

 

Compartilhar faz um bem…


IMG_1546Hoje, tive uma imensa felicidade. Me deram a oportunidade de transmitir o que aprendi nos últimos 20 anos com um dos jobs do meu coração a quem está chegando agora para tocar com a Cadaris esse barco. Ontem à noite, terminei de revisar o material em casa e uma infinidade de histórias me veio à lembrança, pessoas muito queridas, situações desafiadoras e coisas que me fizeram gargalhar. Como eu disse para as meninas: “Que vocês tenham nesta área todas as oportunidades de crescimento e desenvolvimento que eu encontrei”.

Da esq. para dir.: Natália e Nycole com a veterana Ana

Da esq. para dir.: Natália e Nycole com a veterana Ana

Chega de lenga lenga e vamos ao que interessa!

Preparamos um material aqui para este treinamento de jornalismo empresarial on-line, com conceitos básicos de presença digital e técnicas de jornalismo empresarial. Compartilho aqui uma parte deste material para quem tiver interesse. Valeu!

http://pt.slideshare.net/marisharada/treinamento-de-jornalismo-empresarial-online

 

O futuro é agora


TED-ricelias_BLOG

Vira e mexe, falo desse vídeo para alguém. Já mostrei para ex-namorada, para mãe, pai, para amigo, amiga, paquera, para desconhecido e também o incluí no meu blog pessoal e numa matéria de jornal. Oras, nada é perfeito nessa Terra, exceto esse vídeo.

Em cinco minutos, ele resume tudo o que penso sobre a vida, ou quase tudo.

Quase todo mundo tem uma segunda chance ou ainda vai ter. É nesse ponto que o empresário porto-riquenho Ric Elias entra, e ele dá um show – nessa apresentação rápida e mortal que fez há cerca de sete anos no TED, fundação que promove palestras rápidas sobre temas diversos.

Esse vídeo abaixo já vem com legenda em português, mas caso não apareça é fácil colocá-la. Basta clicar em subtitles do lado direito da tela, abaixo do vídeo, e escolher a língua.

E se você ainda não o viu, invista os próximos cinco minutos da sua vida nisso. Depois é só me agradecer.

Ric Elias conta que tinha um assento na primeira fila no voo 1549, o avião que pousou no rio Hudson, em Nova York em janeiro de 2009. O que passou pela sua mente quando o avião desceu desgovernado?

Ah, só para registrar, tem um filme, Sully, sendo preparado por Clint Eastwood, que vai contar essa história do piloto que salvou os 155 passageiros desse avião. Fique ligado.

O link do vídeo: https://www.ted.com/talks/ric_elias?language=pt-br

Texto: Rodrigo Rezende

Jornalismo explicativo e o portal de informações Nexo


jornalismo-explicativo

Em tempos de crise… mas, desta vez, no jornalismo, quem busca por informação de qualidade diariamente se sente um tanto órfão. Nós sabemos que o bom e velho jornalismo anda por aí, em algum lugar, mas é preciso que ele se reinvente para encarar o Brasil (e o mundo!) do século 21. Não pretendo entrar aqui neste mérito, isso é assunto para mesa de bar. Mas o que quero dizer é que, em meio à crise, textos mal escritos e mal apurados, ainda há esperança para quem quer estar bem informado. Quem já conhece o Nexo, portal de informação, sabe do que estou dizendo e tem um belo exemplo disso.

Na busca por mudanças, poucos meios de comunicação têm encontrado um caminho certeiro. Infelizmente, abrimos os portais e (para quem ainda gosta do papel) os jornais de todas as manhãs e nos deparamos, muitas vezes, com informações rasas. Quantas e quantas vezes li uma notícia e acreditei estar bem informada quando, na verdade, eu não entendi o que estava escrito ali simplesmente porque aquilo não havia sido escrito para eu entender, e talvez até o repórter não sabia do que estava falando. Isso tem acontecido com maior frequência agora, na cobertura jornalística da crise política que vive o País. São tantos termos técnicos, tanta gente envolvida, tantos cargos, processos e burocracia que é praticamente impossível que um cidadão comum consiga absorver aquilo tudo de verdade. Aí é que entra o Nexo, que pratica o jornalismo explicativo, sem perder o timing das notícias.

Este tipo de trabalho esmiúça a notícia para o leitor. Vai além de dizer “olha, o Cunha aceitou o pedido de impeachment da presidente Dilma”. O jornalismo explicativo irá dizer também o porquê ele fez isso, baseado em quais leis, próximos passos e consequências, vantagens e desvantagens. Esse tipo de conteúdo evita, inclusive, que a gente saia por aí replicando informações sem saber do que estamos falando de verdade, além de contribuir com dados que certamente enriquecerão os debates. Acredito que num país onde os ânimos andam tão alterados é importante dar a opção de um conteúdo que acalme, e não que inflame.

Tenho acompanhado o trabalho feito pelo Nexo há algum tempo e sempre me surpreendo com a qualidade do trabalho entregue para mim todas as manhãs na newsletter do portal. Vale a pena conhecer. Além de explicar e informar sobre os fatos mais importantes no Brasil e no mundo, tem conteúdo de todo tipo e para todos os gostos. Texto, vídeo, podcasts, matérias interativas e reportagens especiais. Se o jornalismo está buscando se reinventar, está aí um bom começo.

Para quem quiser conhecer, é só acessar nexojornal.com.br. Fica a dica!

Política e cinema combinam sim!


Este mês decidi fazer um texto diferente, com a dica de um único filme que discute um tema bem atual. Ele tem uma temática psicológica que aborda como o comportamento humano se molda através da interferência do meio em que está inserido.

Achei bem pertinente para essa época em que estamos vivemos cheios de descontentamentos e sentimentos extremos, muitas vezes beirando o radicalismo.

A OndaA Onda
(Tem no Netflix!)

Quem me indicou esse filme foi a Maris, sócia-diretora da Cadaris, durante uma de nossas saudáveis e muito enriquecedoras discussões sobre a política atual.

A Onda é um filme alemão, de 2008, baseado em um incidente real ocorrido em uma escola secundária norte-americana em 1967, em Palo Alto, Califórnia.

Um professor é designado a ensinar sobre autocracia para seus alunos de ensino médio durante uma semana de curso e, ao pedir exemplos desse regime aos alunos, ele escuta que hoje em dia seria impossível inserir a ditadura numa sociedade livre. O professor resolve, então, fazer um experimento que explique na prática os mecanismos do fascismo e da ditadura. As coisas, porém, saem de seu controle tomando proporções inimagináveis.

O filme nos mostra a facilidade que existe em alienar um grupo de pessoas através de artifícios muito conhecidos e utilizados e que são facilmente aplicados como manipulação de massas quando existe uma situação de descontentamento e desânimo geral.

Para pertencerem a um grupo e se sentirem aceitas, as pessoas, inconscientemente, deixam de lado sua autonomia e liberdade para acatar qualquer verdade que seja colocada por um líder, sem realizar nenhum tipo de questionamento ou análise crítica. Quem se opõe a isso é banido e discriminado.

Os alunos do experimento também demonstram grande carência de limites e autoridade e acabam confundindo isso supervalorizando o autoritarismo.

Percebemos, então, como é importante a formação de valores morais e éticos de um ser humano. Quando a escola e a família não estimulam o diálogo e a reflexão estão contribuindo para a formação de indivíduos suscetíveis à fácil manipulação, independente dos fins a que se destinem.

Enfim, assistam ao filme façam suas reflexões e, quem quiser, venha contar depois o eu achou!

Curiosidade: A música dos Ramones, “Rock ‘n’ Roll High School”, que toca no início do filme, fala sobre escola, rock e alienação. Ela também foi trilha sonora do filme homônimo de 1979.

Na escala de 1 a 5 Let´s Rocks, leva 5 guitarrinhas!

Para este mês é só, pessoal. Até maio!

Título: cartão de visita do seu texto


TITULO

Quais os motivos para que o título do seu texto seja tão importante? Eu diria que são muitos. Sem um bom título, muitas vezes, pode não haver leitores. Podemos dizer que ele será o responsável pelas pessoas decidirem ler ou não seu texto, já que ele tem como função despertar a curiosidade do seu leitor. Sendo assim, o título é o “cartão de visita” do seu texto. Seu texto pode perder o valor se não vier acompanhado de um título chamativo que, logo de início, apresente minimamente seu conteúdo.

É por meio do título que estabelecemos um primeiro contato com o nosso leitor, se houver falhas neste início, o leitor pode decidir se vai ler ou não o restante do conteúdo.

Apesar de sabermos a importância que um título carrega, muitas vezes, colocar a ideia em prática é uma missão difícil. Sendo assim, separamos algumas dicas para lhe ajudar na criação de bons títulos:

  • A técnica AIDA

- Atenção: capture com as palavras certas a atenção de seu leitor. Ideias como: “saiba agora”, “não perca tempo”, “descubra” são ótimas para que o leitor saiba de imediato que aquele assunto o interessará.

- Interesse: coloque o principal benefício que seu público terá em ler o seu artigo. “Melhore sua vida”, “Aumente seu conhecimento”, “Ganhe dinheiro” são alguns deles.

- Desejo: aqui a ideia é despertar o desejo através da combinação dos benefícios com senso de urgência: “Melhore sua vida imediatamente”, “Aumente seu conhecimento em poucas horas”, etc.

- Ação: convide o leitor a ler, curtir e compartilhar o conhecimento. Inclua algo como: “Clique aqui e descubra”.

  • Seja diferente

Não tenha medo de ousar. Muitas vezes um título “estranho” pode chamar ainda mais atenção.

  • Listas

Listas e números nos títulos ganham a preferência de qualquer público. “10 motivos”, “7 Dicas”, “3 passos” tem muito mais audiência e desperta mais curiosidade.

  • Utilize palavras-chave

Se houver a possibilidade de incluir também no título palavras-chave de seu texto, é uma forma inteligente e diferente de chamar atenção. Além disso, é uma boa técnica de SEO.

Depois dessas dicas, capriche nos títulos de modo que ele seja curto, específico e claro, chamando a atenção de seus leitores.

Fonte: Vitamina Publicitária

Jargões do universo publicitário


blog

Existem palavras diferentes que, caso você fale fora do seu ambiente de trabalho, poucas pessoas vão entender ou então entenderão com um significado bem diferente. Se você as utiliza em sua rotina de trabalho, já sabe do que estou falando. São os chamados jargões.

Profissionais de diversas áreas utilizam vocabulários mais específicos para se comunicarem no ambiente de trabalho. O dia a dia em agências é recheado por termos e expressões, grande maioria em inglês e que não traduzem fielmente o que queremos dizer. Para que todos entrem nesse universo publicitário, separamos alguns dos mais utilizados:

Arte: É um termo utilizado frequentemente no ambiente publicitário e refere-se a toda e qualquer ilustração utilizada para compor uma peça, e por fim chegar ao estágio de “arte-final”.

Brainstorming: Técnica de dinâmica de grupo desenvolvida para explorar a potencialidade criativa dos indivíduos no menor tempo possível, ou seja, troca de ideias.

Briefing: Todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação. Em sua tradução literal significa “resumo”, mas no meio publicitário representa a base do processo de planejamento.

Case: Estudo de caso, uma história marcante, geralmente sobre resultados de sucesso, relacionada a uma marca, uma campanha ou ação.

Deadline: O prazo final estabelecido para a conclusão de tarefas.

Feedback: Com objetivo de aperfeiçoar e avaliar o desempenho de equipes e pessoas, o termo é utilizado no sentido de retorno, seja de um cliente, chefe ou colegas de trabalho. A ideia é dar e receber opiniões, críticas, elogios e sugestões em relação a assuntos profissionais.

Layout: Esboço ou desenho que destaca os vários elementos de uma peça publicitária de mídia impressa, ou seja, elaboração prévia de uma arte final.

Networking: Rede de contatos.

Slogan: Frase-tema de uma campanha ou marca, que procura resumir e definir seu posicionamento.

Teaser: Mensagem curta geralmente usada para provocar a atenção do público em relação a uma ação publicitária. Pode tanto criar suspense quanto antecipar informações sobre a estratégia.

E na sua área? Existem jargões bastante utilizados?

Fonte: ImpactaPlugcitários