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Dicas para o design em mídias sociais


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Quando desenvolvemos a capa da fan page da Agência Cadaris – que diga-se de passagem ficou incrível – esbarramos em vários bloqueios para desenvolver o briefing, afinal não é fácil ter você mesmo como cliente. Superada esta etapa, chegamos a caminhos criativos que não encantavam. Então, pedimos aos designers que estavam cuidando do job, que também são proprietários de uma marca de roupa, “finjam que a nossa capa é uma camiseta e transmitam os conceitos da nossa apresentação nela”. O resultado ficou surpreendente e vocês podem conferir na nossa página no Facebook.

Há várias maneiras de vencer um bloqueio criativo. Na minha opinião, a melhor delas é estudar. Ter conhecimento é fundamental para quem sobrevive de ter ideias. E quando se trata de mídias sociais, é possível aplicar esse conhecimento algumas ações prévias que vão facilitar demais o seu trabalho.

1. Estabeleça sua paleta de cores – As cores principais devem representar a sua marca e as cores secundárias ajudam a compor a personalidade dela. Exemplo: A Coca-Cola adota no mundo inteiro, em todos os seus perfis, como cores principais o vermelho, o preto e o branco. Como cores secundárias estão sempre tons joviais, algumas vezes associados às cores das bandeiras dos respectivos países. É interessante que as cores principais compõem fundos e artes e as demais cores, normalmente, estão nas próprias fotografias.

2. Determine as fontes que podem ser usadas – Fonte é um estudo a parte, mas não vamos aqui discursar sobre tipografia. Escolha de dois a três tipos de fontes que, basicamente, combinem com as cores da sua paleta e transmitam os atributos de sua marca (ousadia, dinamismo, jovialidade, etc.).

3. Use filtros de fotos – Por si só, os filtros já conferem ao layout uma cara de mídia social e devem variar de acordo com a mensagem que você quer transmitir. Exemplo: alegria (colorido), cool (tons de azul), artes (P&B), positivismo (ensolarado), etc.

4. Crie templates consistentes – Reúna os elementos dos itens acima e combine-os criando templates para os seus posts. Um bom exemplo é o da Oreo.  São criados templates por campanha, para fotos e para os vídeos (que sempre trazem o biscoito ou o nome da marca na cena que aparece no thumbnail).

Template para campanha - Oreo

Template para campanha – Oreo

Template para foto - Oreo

Template para foto – Oreo

Template para vídeo - Oreo

Template para vídeo – Oreo

 

Desta forma, com certeza, o tempo de desenvolvimento e aprovação dos posts será bem menor.

 

Link de interesse

4 Ways Visual Design Can Improve Your Social Media Marketing

 

 

Como conquistar clientes contando histórias inesquecíveis


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Contar uma boa história, eis aí a mais antiga forma de passar conhecimento de geração em geração. O homem é feito de histórias e é baseado nelas que costuma formar suas opiniões.

Uma boa história é autêntica, criativa, faz conexão emocional e pessoal, inspira ação e leva o público a uma jornada de mudanças e transformações. Afinal, uma história bem contada é fundamental para se criar a visão de mundo que temos.

Por causa dessa grande conexão entre o homem e suas histórias, uma das estratégias de marketing de conteúdo usadas é o storytelling, que é uma das formas mais poderosas de dar vida a sua marca.

Qualquer meio pode ser utilizado para contar uma história: blogs, filmes, canais sociais, etc. Cada meio provoca uma reação diferente em seu público, por isso, as histórias devem ser adaptadas. A chave do sucesso é saber qual história contar em qual meio.

Veja a seguir infográfico que ensina 6 maneiras de contar uma boa história para criar conexão com seu público!

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Fonte: Viver de Blog

As pastas perderam o trono para as… mochilas!


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A tragédia já estava anunciada há muito tempo, mas quase ninguém reparou – ou não quis reparar. As pastas foram destronadas pelas mochilas.

As pastas de couro, muito usadas no passado por grandes executivos, perderam espaço para bolsas parecidas com as que se usam no colégio. A principal razão para o aumento da popularidade das mochilas em ambientes corporativos é a versatilidade dos novos modelos, que os tornam altamente atraentes nessa era digital em que é preciso estar sempre com as mãos livres para acionar os mais diversos aparelhos.

Para exemplificar, nos Estados Unidos, até o mês de maio, as vendas de mochilas para maiores de 18 anos subiram 33%, em comparação com mesmo período no ano anterior. De acordo com informações de estudo do NPD Group, as vendas entre as mulheres cresceram 48% e alcançaram US$ 311 milhões; entre os homens, a alta foi de 23%, para um montante de US$ 385 milhões.

Com tantos acessórios tecnológicos à disposição, os profissionais que usam esses itens demandam rapidez e praticidade para acessá-los a qualquer momento. Em vez de enfiar seus smartphones, tablets e laptops de qualquer jeito em uma pasta, eles estão preferindo as mochilas.

É o fim das pastas?


Calma. Antes de fechar a tampa do caixão das pastas de trabalho, saiba que elas ainda respiram e encontram alguns que preferem mantê-las ali, bem próxima ao coração. Isso porque nem todo ambiente de trabalho é compatível com uma mochila

Para os profissionais que gostam de causar uma boa impressão em reuniões, apresentações e eventos, as pastas continuam em alta.

 

Fonte: Meio & Mensagem

 

Termos de uso: você concorda mesmo?


Quando você começa a usar  uma rede social, sempre lê todos os termos de uso antes de aceitar e seguir em frente, certo? Errado. Na verdade, a grande maioria das pessoas ignora a leitura desse regulamento, que é praticamente um contrato entre o usuário e a rede social que ele está concordando em usar a partir daquele momento. Mas, mesmo sem ler, se você cria um perfil na rede social e a utiliza frequentemente, automaticamente aceita todas as regras e condições do site em questão.

Veja abaixo uma lista de algumas cláusulas inusitadas e não muito faladas por aí, mas que estão presentes nos termos de uso nas redes sociais mais populares:

Facebook

- A rede social tem permissão para usar suas fotos e vídeos para o que eles quiserem, inclusive propaganda. Eles têm a liberdade de usar suas imagens e também de cedê-las a terceiros. A regra é semelhante para o Twitter, Google + e Instagram.

- Você tem obrigação de manter seus dados de contato atualizados, segundo eles por motivos de segurança. Não é informado prazo para mudanças de e-mail, mas se você modificar seu celular, é necessário alterar essa informação no site em até 48 horas.

Twitter

-Você autoriza o Twitter a saber como você chegou até ele e a rastrear seu IP para obter diversas informações sobre sua navegação, como páginas que você visita, qual browser você usa, termos de busca pesquisados, operadora de celular e, caso você permita, até sua localização via GPS. O Google tem regras parecidas.

Instagram

- Segundo as regras desta rede social, não apenas é proibido postar nudez, mas também imagens e conteúdo sexualmente sugestivo. Incluem-se nessa restrição as hashtags que se refiram a partes do corpo relacionadas à sexualidade ou palavras que remetam a práticas sexuais.

- Se algum dia você tiver uma ideia qualquer e enviá-la como sugestão ao Instagram, eles têm o direito de utilizá-la e não pagar nada a você por isso. Sim, até isso está previsto nos termos de uso da rede.

LinkedIn

- Você não pode adicionar alguém que não conheça de fato, na vida real. Isso está previsto nas regras, mas muitas pessoas deixam isso passar despercebido. Afinal, as perguntas-filtro que vêm antes de adicionar alguém estão lá por um motivo, que é precisamente deixar claro de onde você conhece as pessoas.

- Ninguém pode utilizar o serviço dessa rede social profissional para divulgar prostituição, mesmo se esse tipo de serviço/profissão for legalmente permitido no local onde você mora.

- Você não pode mentir. Parece óbvio, mas a veracidade das informações associadas ao seu perfil está prevista nos termos de uso do LinkedIn. Portanto, pense bem antes de distorcer a verdade, pois, além de ser moralmente questionável e negativo para sua profissão, essa prática viola as regras desta rede social, bem claras nesse aspecto.

Fonte: Mashable; Termos de uso das redes sociais

Pra quê tomada?


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A geração dos smartphones está sempre atrás de tomada e um dos itens que não pode ser esquecido em casa é o carregador de celular. A carga da bateria não aguenta mais que um dia nas mãos dos adeptos a redes sociais, mensagens instantâneas e jogos. E para não ficar sem bateria durante os trajetos, tem que carregar o aparelho diversas vezes durante o dia, onde quer que você esteja.

Por isso, os carregadores portáteis não demoraram a chegar ao mercado. Algumas marcas internacionais, como a Sony e a Nokia, já disponibilizam seus carregadores móveis. E agora, uma empresa startup de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, entrou para ramo com uma linha inovadora de carregadores portáteis e venceu o Acelera Startup, promovido pela Fiesp, no quesito melhor ideia.

São três opções de carregadores. Uma para levar no bolso e outras duas para atender ao público de restaurantes, bares e grandes eventos.

O Mini pode ser levado no bolso e usado a qualquer momento, onde estiver. Tem apenas 69 gramas e é considerado ecologicamente correto com baterias de Íons e Lítio de alto desempenho. O Unit, apesar de fácil manuseio, é indicado para restaurantes, festas e grandes eventos, e carrega até dois aparelhos de qualquer marca ao mesmo tempo. A bateria dura até 12 horas. E o modelo que ganha mais destaque é o Box, que tem duração de até 22 horas e tecnologia exclusiva da empresa. Ideal para ambientes em que é difícil achar uma tomada, como em grandes feiras, exposições e aeroportos.

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Além disso, é possível personalizar os carregadores. Se eles estarão disponíveis em um bar, podem vir em formato de latinha, por exemplo. Os dispositivos podem ser usados em ações promocionais também, com o logo da sua empresa estampado.

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Conheça mais sobre os carregadores portáteis brasileiros no site: carregamais.com.br

Pare e tire um cochilo


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Nós a sabemos que podemos encontrar de tudo em São Paulo, a cidade que não dorme. Opa! Dorme sim! Pelo menos tira um cochilo durante o dia. O primeiro cochilódromo da cidade reabriu as portas em um novo local, antes na Rua Augusta, agora no Centro. A proposta é oferecer um lugar no meio do caos para parar, repor as energias e, depois de meia hora, 40 minutos ou mais, retomar as atividades.

O Cochilo se baseia no conceito de que descansar um pouco entre as atividades diárias pode melhorar a produtividade, o humor e a memória. Por isso, organizou um espaço aconchegante e privativo, onde é possível reservar um tempo para o cochilo. O cliente determina o tempo que deseja cochilar e não precisa se preocupar em perder a hora, já que para despertá-lo a cabine vibra e as luzes piscam. E, além de tudo, antes de ir dá para tomar um cafezinho. Pronto, está renovado para continuar enfrentando o dia.

As cabines são privativas, portanto, não tem com o que se preocupar. Os pertences podem ficar lá dentro e a tranca é por dentro. Tudo na cabine é feito para proporcionar conforto: a cama tem um formato especial para o relaxamento; a iluminação tem propriedades relaxantes, mas é possível optar por ficar no escuro total; fones de ouvido e trilhas sonoras especiais estão disponíveis; tem cobertor e a promessa de temperatura ambiente agradável.

Quem estiver passando pela Praça Antônio Prado, no centro de São Paulo, pode conferir. Para cochilar 15 min, R$10. Meia hora, R$12. Para quem quiser um pouco mais, 45 minutos de cochilo sai por R$15 e uma hora, o máximo, é R$20.

Para saber mais sobre o Cochilo, acesse o site: cochilo.com.br

O tempo passa, os álbuns ficam


Boa música é atemporal. Mas o tempo passa e as pessoas se vão, ficando para trás apenas o legado que dificilmente será esquecido por várias gerações. Recentemente, com o falecimento de Tommy Ramone, o último dos Ramones, circulou na internet a imagem de um dos álbuns da banda gradativamente perdendo seus integrantes.

Essa e outras imagens melancólicas de álbuns clássicos da história do rock e da música pop vêm do Tumblr Live! I See Dead People e chamam a atenção pela qualidade das imagens e pela nostalgia que trazem, especialmente para os fãs. Veja abaixo algumas destas capas, para ficar com ainda mais saudade:

The Doors, Morrison Hotel

 

The Beatles, Abbey Road

 

The Who, Odds & Sods

 

George Harrison, All Things Must Pass

 

Nick Drake, Bryter Byter

 

Nirvana, Smells Like Teen Spirit

 

Jeff Buckley, Grace

 

Serge Gainsbourg, Aux Armes Et Caetera

 

Elvis Presley (s/t)

 

 

Abrigo para os “orkuteiros”


VKontakte

E não é que o Google, sem querer, deu uma forcinha para uma rede social russa ganhar espaço? Com o fim do Orkut, mesmo com opções como o Facebook e o Google+, muitos usuários brasileiros têm migrado para a VKontake, a maior rede social da Rússia. Provavelmente o motivo seja a busca por serviços parecidos aos do Orkut, como os fóruns de discussões, por exemplo.

Segundo dados da própria VK, desde o anúncio do encerramento da rede social do Google, cerca de 340 mil brasileiros já criaram seus perfis na rede. Mas ainda assim, as proporções nem se aproximam as do FB, que abriga 1,28 bilhões de usuários, enquanto a rede russa alcança 260 milhões registrados.

Por causa da atenção que a VK tem ganhado no Brasil, a empresa já anunciou novidades. Está disponível em português BR, além de vários outros idiomas, e já treina o seu suporte para atender em português.

É uma rede simples de usar e tem aparência similar ao Facebook. Aliás, é possível fazer o cadastro usando a conta do FB. Vale a pena o cadastro para conhecer: vk.com

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Monarquia Facebook


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Na semana passada, eu estava na área administrativa da fan page da Cadaris buscando telas para um treinamento quando quase caí da cadeira. Entre as métricas de Publicações, apareceu uma aba Top Posts From Pages You Watch. Lá, estava um botão Adicionar Páginas (Para Acompanhar) onde pode-se escolher livremente as páginas que se quer “vigiar”. O Face te dá uma análise dos posts de maior engajamento das páginas selecionadas. Ou seja, sem o consentimento de ninguém, ele compartilha dados entre concorrentes.

É bem verdade que os dados que este recurso mostra “teoricamente” são públicos, pois podemos entrar individualmente em cada fan page do nosso interesse e buscar na raça os posts de maior engajamento. Porém, isso é bem diferente do que acessar um ranking em tempo real, de mão beijada, sem o menor esforço e sem a autorização do administrador da página.

Chamei imediatamente a gerente responsável por mídias sociais na Cadaris para fazermos testes e falarmos com o Facebook. Entre as páginas que administramos seguimos umas às outras para ver se ao menos receberíamos uma notificação de que determinada página nos seguia. Mas a notificação informa apenas que Outra Página adicionou sua fan page neste recurso. Ao clicar na notificação, aparece a tela de Adicionar Páginas Para Acompanhar e a Página que gerou a notificação aparece sempre entre as 5 primeiras sugestões do Facebook.

Quebrar a privacidade do usuário e ultrapassar a fronteira do “fair play” não é novidade para o Facebook. A empresa está sendo investigada no Reino Unido por manipular a timeline de 700 mil usuários para um estudo, sem o consentimento deles. A plataforma manipulou a exibição de posts positivos e negativos no feed dos participantes da pesquisa (que desconheciam que integravam um estudo) para provar que publicações positivas levam usuários a postar positivamente e negativas, negativamente.

Indignei.

 

Links de interesse

Facebook será investigado após manipular timeline de quase 700 mil usuários

Entenda como funciona o feed de notícias do Facebook

 

Botão Adicionar Páginas

Botão Adicionar Páginas

Ranking dos Top Posts das Páginas a Acompanhar

Ranking dos Top Posts das Páginas a Acompanhar

Notificação de que Outra Página adicionou a fan page ao recurso

Notificação de que Outra Página adicionou a fan page ao recurso

Página que adicionou a fan page ao recurso aparece sempre entre as 5 primeiras páginas sugeridas pelo Facebook

Página que adicionou a fan page ao recurso aparece sempre entre as 5 primeiras páginas sugeridas pelo Facebook

 

Dia mais produtivo com música na veia


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“Esqueci meus fones de ouvido em casa. Acho que meu dia de trabalho não vai render tanto…”. Se você é daqueles que mal consegue trabalhar sem o som de uma boa música, já deve ter passado por isso algum dia. Afinal, qual é a relação da produtividade com a música?

Tudo. De acordo com a ciência, quando você ouve música, uma parte do seu cérebro chamada de núcleo accumbens é ativada. Essa região comanda a liberação de dopamina, um neurotransmissor chamado de “químico do prazer” – é a mesma substância liberada quando você come seu prato preferido ou quando você encontra alguém de que gosta. Veja dicas de como usar a música a favor do seu trabalho!

Termine tarefas chatas rapidamente

Um estudo publicado pela revista Neuroscience of Behavior and Physiology notou que a habilidade de uma pessoa de reconhecer imagens, letras ou números aumentava quando ela ouvia rock ou música clássica. Um teste, feito numa linha de montagem, confirmou que funcionários que ouviam música cometiam menos erros. Então, uma boa sugestão é apelas para Edvard Grieg quando for limpar a caixa de e-mails.

Tensão lá embaixo

Ouvir o nosso gênero preferido de música durante as horas mais críticas do dia ajuda a diminuir a tensão, independente de qual seja o tipo de som que você escolha.

Em busca de concentração

Quando você ouve canções que possuem letras com as quais se identifica, seu cérebro pode liberar mais dopamina. Muita dopamina faz com que você perca o foco rapidamente. Então, se a intenção for mais concentração, opte por músicas já conhecidas ou instrumentais, sem voz.

Criatividade, por onde anda você?

Segundo uma pesquisa do Journal of Consumer Research, escutar um barulho que não caracteriza silencia absoluto, mas que também não é música, ajuda a elevar o nível de criatividade. De acordo com os cientistas, o barulho ideal é o som de um café. Use a ferramenta Coffitivity, que simula bem este ambiente.

Fonte: Galileu