6
fev 12
10 coisas para ter sucesso com seu e-mail marketing

Peças criadas pela @agenciacadaris para o UOL

 

1. Pense na criação de uma mala direta, ou de qualquer outra mídia offline. Por onde você começa? Pelo briefing (público-alvo, objetivo, recursos, logos, cores, etc.).

2. Agregue ao briefing informações sobre tecnologia de disparo, navegadores de leitura, restrições de servidor, etc.

3. Contrate uma empresa especializada em disparo de e-mail marketing e mensuração. Os especialistas podem garantir um baixíssimo índice de retorno por falha tecnológica, e fornecerão informações valiosas sobre quem abriu a mensagem, quantas vezes, tempo de permanência, acesso a links, rastreamento de acessos, etc. Além disso, você não sobrecarregará seu serviço
de web com mensagens de retorno e recibos de entrega.

4. Caia fora do spam e certifique-se de que sua peça contemple política de opt-in e opt-out. Uma das mais seguidas pelo mercado é a da Associação Brasileira de Marketing Direto – ABEMD.

5. Crie um Código de Ética para o envio de e-mail marketing ou faça a adesão a algum existente no mercado, como o Capem – Código de Autoregulamentação para Prática de E-mail Marketing.

6. Segmente e personalize seu e-mail marketing e construa um relacionamento sólido com seus públicos.

7. Crie peças call-to-action.

8. Integre seu e-mail marketing a outras mídias, para “costurar assuntos e criar conexões crossmedia”, como recomenda a especialista @marthagabriel.

9. Dedique os mesmos esforços e as mesmas etapas para a criação das LPs (Landing Pages). Elas são responsáveis por boa parte do seu sucesso e criam a conexão entre como você chega ao seu público (e-mail marketing) e o que oferece
(conteúdo).

10. Mensure, rastreie e analise as informações do seu público-alvo para ajustar seus planos de marketing.

2
fev 12
Anhembi recebe a Campus Party 2012

 

Criada em 1997, na Espanha, a Campus Party transformou-se no maior acontecimento tecnológico no mundo. Reúne milhares de pessoas para debater os principais temas sobre ciência, cultura e entretenimento digital, divididos entre palestras, debates, oficinas, conferências, competições e atividades de lazer. A Campus Party acontece de 6 a 12 de fevereiro no Anhembi e, por esses motivos, em breve integrará o calendário oficial de São Paulo.

Na arena, experiências são trocadas em um ambiente interativo. Os usuários reproduzem e compartilham conteúdo digital, 24 horas por dia. Na Zona Expo, grandes marcas do mundo oferecem ao público a chance de conhecer produtos e tendências.

O principal campeonato de games do planeta, o Intel Extreme Masters, coloca o Brasil no circuito mundial e estreia a sua primeira edição da América Latina, dentro da Campus Party 2012.

Entre os convidados internacionais, as palestras de Michio Kaku, o “físico do impossível” e co-criador da Teoria de Campos de Cordas; o produtor do jogo Angry Birds, Julien Fourgeaud; Kul Wadhwa, diretor da enciclopédia virtual mais famosa do mundo, aWikimedia Foundation/Wikipedia; o vice-presidente de desenvolvimento do SoundCloud Dave Haynes; o presidente da Internet Society, Andreu Veà; o produtor da série Game of Thrones, Vince Gerardis; o professor de Tecnologia Educacional Sugata Mitra; Chris Hofmann, o diretor de engenharia e projetos especiais da fundação Mozilla; o escritor e matemático Alex Bellos e o o inventor chileno Sebastián Alegria.

Também participarão desta edição os representantes de importantes movimentos como o Occupy Wall Street, a Primavera Árabe e Acampada del Sol, Charles Lencher, Leila Nachawati e Olmo Gálvez, respectivamente.

O evento também proporciona um concurso, cujo foco é empreendedorismo, que escolherá empresas iniciantes para receber investimentos de capital de risco e conhecer o Vale do Silício.

Serão 500 horas de atividade, sendo 156 delas transmitidas ao vivo pela internet. A previsão é que 7.000 pessoas visitem o evento, dos quais 5.000 permanecerão acampados no local.

Confira mais informações no site oficial: www.campus-party.com.br e acompanhe nas redes sociais:

Blog: http://www.campus-party.com.br/blogoficial

Twitter: http://twitter.com/CampuspartyBRA

Youtube: www.youtube.com/campusparty

Facebook: www.facebook.com/campuspartybrasil

 

Edição da Campus Party 2011

(foto: InfoAbril)

31
jan 12
Odontologia movimenta São Paulo

Termina hoje a 30ª edição do maior congresso da América Latina, o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP). Realizado no Expo Center-Norte, em São Paulo, o evento contou com a presença de profissionais da odontologia e de empresas do setor provenientes de 20 países.

Com uma grade científica com alto nível de excelência, ministradores nacionais e internacionais renomados e distribuição bem definida de espaços comerciais para a 15ª Feira Internacional de Odontologia de São Paulo (FIOSP), que acontece paralelamente ao congresso, o CIOSP representa uma grande oportunidade de encontro entre profissionais da área, bem como de troca de experiência e atualização em relação ao que há de mais novo em termos de técnicas, equipamentos e produtos para a rotina do consultório.

Também foi realizado o 1° Congresso Brasileiro de TSB e ASB, com atividades exclusivas para técnicos e auxiliares de saúde bucal. Os conteúdos dos simpósios e fóruns abrangeram temas como tratamento de pacientes com necessidades especiais, banco de tecidos, implantes de carga imediata, Odontologia Hospitalar e muitos outros. Já a grade internacional contou com 12 expoentes de países como Itália, Suíça, Estados Unidos, Portugal, Equador, Argentina e Colômbia.

A Colgate foi uma das empresas participantes do evento que reuniu as maiores personalidades da odontologia brasileira. Este ano, a companhia teve muitas novidades para atrair um público estimado em 80 mil pessoas: uma biblioteca científica, uma sala VIP e duas salas de reunião, o Cinema Colgate (com capacidade para 30 pessoas), o Fun Science Game (jogo interativo em iPad para o público acadêmico), uma área exclusiva para workshops e o Colgate Lab (com atividades para os dentistas). Tudo isso em um único estande de 540m2.

 

Evento contou com público de 80 mil profissionais de todo país

 

Fontes:

www.ciosp.com.br

www.apcd.org.br

 

30
jan 12
Sem frisson?

A São Paulo Fashion Week mal tinha começado e já estava rolando no ar uma pergunta: a moda acabou?

Onde estava todo aquele frisson, aquele burburinho que o evento costumava causar na cidade toda? Faltou estratégia? Planejamento?

A falta de Ronaldo Fraga no desfile da temporada outono-inverno, que preferiu não participar para dedicar-se ao lançamento do livro Caderno de Roupas, Memórias e Croquis, causou um ti-ti-ti no mais importante evento do calendário da moda brasileira.

Esta 32ª edição começou com uma reflexão sobre criatividade. A exposição Universo Criativo – Projeto Brasil 2 trouxe instalações em mosaicos feitas por vários artistas, que refletiam sobre criação e experiência. Mas parece que não deu resultado. A cidade não parou para os desfiles, os jornais e revistas não tinham muito assunto para comentar. Depois de seis dias e uma maratona de 29 desfiles, pouco se falou sobre o evento.  Os estilistas eram quase os mesmos, as tendências óbvias e sem novidades.

“A SPFW teve uma de suas temporadas mais cinzas. Não só pela cor óbvia do inverno, que lotou as passarelas, mas pela criatividade dos estilistas que apareceu minada”, resume um editorial de balanço do evento no site da revista Criativa.

Cada vez mais temos que ser criativos. Em um mundo em que a transformação ocorre com rapidez e há crescente mudança no mercado de consumo, devemos buscar novas formas de criar e desenvolver novos produtos, apostar em novas formas de atender, conquistar e fidelizar clientes. Com o avanço da tecnologia, hoje qualquer pessoa pode ter acesso às tendências e inovações.

O objetivo é ser cada vez mais inovador. Afinal, para sustentar-se e permanecer nesse mercado altamente competitivo, é preciso trabalhar diferenciais. E uma das principais ferramentas, neste caso, é a criatividade. A inovação pode ser um diferencial.

 

Sem criatividade e inovação, SPFW deixa de ser assunto

26
jan 12
Simplicidade

Ano de mudanças. Como tudo já começou agitado! E não é só para mim ou para a Agência Cadaris. Muitas pessoas que eu conheço estão com o coração saindo pela boca diante de novas situações na vida e no trabalho. Isso tudo me trouxe de volta um problema que eu pensei ter erradicado da minha vida: a ansiedade. Ansiedade por agradar a gregos e troianos, ansiedade pelos novos caminhos dos meus filhos (um muda para o Ensino Fundamental e o outro para a
Educação Infantil), ansiedade pela recuperação das pessoas amadas, ansiedade pelo entendimento dos novos clientes, ansiedade pela ansiedade dos outros, enfim. Ansiedade, o mal atual da humanidade.

Como lidar com a ansiedade?

Terapia, exercício, reza. Comida, bebida, cigarro. Amigos, família, colegas. Cada um tem uma receita. Eu, particularmente, sou adepta das balinhas e do conhecimento. Acredito que quanto mais informações temos sobre aquilo que nos provoca ansiedade, melhor preparados estaremos para lidar com as situações emergentes do dia a dia. Se conseguirmos êxito em algumas dessas situações por estarmos melhor preparados, estaremos mais confiantes – e portanto menos ansiosos – para os próximos acontecimentos. Além disso, informação não engorda; bala, sim.

Tem dois livros – aos quais eu sempre recorro – que contribuem muito para o reencontro do equilíbrio. Um deles é o “Tao do Pooh”, de Benjamin Hoff , meu companheiro desde os primórdios da Cadaris. O autor usa o ursinho Pooh e os seus amigos para explicar os princípios do taoísmo. Eu, que nunca tinha lido nada sobre taoísmo, amei. O que mais me encantou no livro foi a sua simplicidade. A simplicidade na escrita, nos pensamentos e na forma de encarar o cotidiano.

Nesta mesma linha, chegou no ano passado às minhas mãos (ou melhor, ao meu email) um livro chamado “Obvious Adams”, de Robert R. Updegraff. Fantástico. Conta a história de um rapaz que começou numa agência de publicidade como arquivista de jornais e tornou-se o elemento-chave mais importante da empresa. Seu segredo? Conseguir enxergar o óbvio. Quantas vezes tornamos tudo tão complexo que acaba sendo intangível para as outras pessoas? No meu trabalho, vejo que sempre tentamos fugir do óbvio para sermos criativos. E, colocando em prática a teoria do Adams, percebi que estes não são valores antagônicos, e podem, sim, ser complementares. Clique aqui para baixar o pdf do livro.

Para mim, a vida fica mais fácil com a simplicidade. E para você?

24
jan 12
Estratégias que valem por milhão

Histórias e casos de consumidores estão sendo usados por grandes companhias em suas estratégias de marketing. Essas ações promocionais estabelecem o consumidor como o centro da ação de marketing, enfocando sua experiência e tornando a interação com a marca mais verdadeira, mais humana, de acordo com Heather Dupre, sócio-fundador da Egg Strategy.

Essas ações visam descobrir que tipo de experiência o consumidor possui com a marca e então oferecer um benefício, uma ação que seja conveniente a ambos e, quando bem aplicada, dá certo porque é alimentada pelas redes sociais e pelo marketing experiencial. O velho – e tradicional – testemunho de celebridades está sendo aos poucos trocado por estratégias inovadoras capazes de envolver o consumidor com ações ágeis e singulares: uma história, um relacionamento que não é imposto, não é criado a partir de um script.

São várias as companhias que criaram ações focando a experiência de um consumidor especial. Uma delas é a Honda que ao saber que um morador de uma pequena cidade do Maine, nos Estados Unidos, estava tentando alcançar a marca de 1 milhão de milhas com seu carro Accord 1990, organizou uma parada com direito a carros alegóricos e aviões com flâmulas comemorativas em sua homenagem. A montadora também ofereceu um veículo novo ao motorista. A agência RPA e a Honda levaram nove semanas para organizar a façanha, que foi parar até no Youtube e Facebook.

Outra ação que colocou como centro da estratégia uma única pessoa e sua história de vida aconteceu, na verdade, em 1991. A British Airways usou a mesma estratégia com experiências de passageiros em especial. Uma delas foi parar na página do The Telegraph. Trata-se de um caso raro de nascimento de um bebê na primeira classe, durante um vôo de um 747. Por esse fato, Shona Owen ganhou da companhia aérea uma passagem, na primeira classe, para a Austrália, quando completou 18 anos.

A Halls também bolou uma estratégia muito legal nas redes sociais ao saber que os consumidores começaram uma campanha para a volta do Halls Uva Verde e cedeu aos apelos, mas de uma forma inusitada. Escolheu três participantes para homenagear todos os consumidores que pediram a volta do drops. Um quarto homenageado foi selecionado na fanpage de Halls no Facebook, por meio de votação do público. Esculturas foram confeccionadas com o próprio drops por um trio de artistas de São Paulo para homenagear os consumidores. A exposição ao público dos bustos aconteceu em outubro de 2011 e contou com um painel com os nomes de todos os fãs que submeteram suas histórias na fanpage.

Essas histórias reais criam conexão com as empresas. Esse vínculo emocional com marcas é mais comum do que se imagina. Basta agregar informação, entretenimento e relacionamento.

Histórias de vida que viram estratégias que valem muito

 

Fonte: meio&mensagem – Janeiro 2012.

23
jan 12
Fim da lan house?

O uso de internet via devices móveis está em segundo lugar entre os meios de acesso a internet no Brasil. A posição era antes ocupada a locais pagos, como lan houses. É que revelou a pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca em parceria
com o Datafolha.

O estudo indica que 19% da população acessam a web por meio de celulares e PDAs e que o total de usuários de internet em mobile seja de quase 30 milhões de brasileiros.

Outro dado interessante, revelado numa versão anterior da pesquisa, é que houve aumento daqueles que utilizam a internet para assistir a programas de televisão. Um em cada quatro internautas deixa de assistir sua programação pela TV para ver na rede. De fato, é muito mais fácil ver o que se gosta no horário que se pode.

A Nazca realiza a F/Radar desde 2007. Para esta última pesquisa, entrevistou 2,5 mil pessoas em 152 municípios.

Fonte: Meio & Mensagem 1491 – jan 2012

20
jan 12
Marketing direto terá regulamentação

A Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) elaborou o Código Brasileiro de Autorregulamentação para Tratamento de Dados Pessoais, que deve gerir a atuação de empresas quanto a privacidade e tratamento de dados pessoais em ações de comunicação e marketing direto, em virtude do avanço da tecnologia.

Para fiscalizar e aplicar sanções a empresas que desobedecerem as regras, o Código contará com um Conselho Superior e sugere penalidades. A expectativa é que o Conselho seja implantado ainda este ano.

Esses parâmetros também estão sendo analisados pelo Ministério da Justiça que colocou em discussão um anteprojeto de lei que cria regras para a proteção de dados pessoais no país. A Abemd, preocupada com a possibilidade de uma nova lei inviabilizar a atividade de marketing direto no país, fez críticas e sugestões ao projeto do governo federal e abriu um canal de diálogo com o Ministério e o Congresso Nacional (onde o projeto terá de ser analisado antes de virar lei). A Associação acredita ser importante adotar suas próprias regras de autorregulamentação. Um comitê específico tratará do tema.

Regras devem valer já em 2012

19
jan 12
Consolidação do jornalismo colaborativo

 

Hoje, quem quiser pode publicar suas ideias ou “notícias” com muita facilidade, via blog, rede social ou microblog, entre outras.

Com toda essa estrutura disponível, surgiu, alguns anos atrás, o conceito de jornalismo colaborativo, devido principalmente a oferta de ferramentas integrativas de comunicação. Os caminhos de interação entre comunicador e receptor se multiplicaram em “progressão geométrica”, transformando vias de mão única em pistas de ida e vinda.

Até mesmo empresas renomadas no ramo aderem a esta tendência. A Folha de S. Paulo é exemplo de quem está atento a isso. No final do ano passado, o jornal lançou nova página do “Painel do Leitor” na Folha.com para dar mais destaque às opiniões do leitor e estimular a participação dele na produção de conteúdo.

Mas é preciso lembrar que sempre há o lado positivo e o negativo. Não é qualquer pessoa ou empresa que pode fazer um jornalismo confiável nestes moldes. Legal pra pensar sobre o assunto é ler os “Princípios editoriais das Organizações Globo”, publicado no site da CBN ano passado. Vale a pena, rapidinho e interessante. Para entender o que é jornalismo e balancear os prós e contras do jornalismo colaborativo.

18
jan 12
O poder da multidão

Crowdsourcing, do inglês, “fontes na multidão”, designa a criação coletiva e colaborativa de conhecimento. É um modelo que utiliza os conhecimentos espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e desenvolver novas tecnologias. Em sites, empresas oferecem oportunidades de trabalhos esporádicos e pontuais. Os internautas enviam uma proposta e o cliente define quem fica com o serviço. Vence a proposta com o melhor custo-benefício.

Os sites de crowdsourcing pipocam na rede e são fontes de renda de muita gente. E por causa desse sucesso, grandes empresas vêm usando esse modelo para incentivar a comunidade a contribuir com ideias e sugestões inovadoras para os desafios apresentados pelos clientes. Ou seja, o consumidor opina para melhorar desde a criação de um novo produto até a comercialização.

Essa “nuvem” contribui com formatos e informações há tempos. Uma prova disso é a Wikipédia, que usa as fontes para enriquecer e editar suas páginas de enciclopédia online, em mais de 100 idiomas.

Outro exemplo: em 2010, a Doritos lançou o concurso Crash The Super Bowl. Foram mais de quatro mil vídeos enviados e publicados no hotsite. Os três melhores escolhidos pelo público foram veiculados nos intervalos do Super Bowl, jogo final da liga de Futebol Americano (NFL) e o maior evento esportivo dos Estados Unidos. Essa estratégia de marketing colaborativo da Doritos deu tão certo que já houve outras edições.

No Brasil, a montadora Fiat lançou aqui uma rede social para seus consumidores opinarem e projetarem um novo carro conceito. A estratégia teve 10.668 ideias enviadas. O Fiat Mio, carro criado a partir dessas sugestões, foi apresentado no 26º Salão do Automóvel de São Paulo.

Até na música o crowdsourcing já foi usado. Exemplos mais recentes são as bandas Maroon 5 e The Vaccines. A banda americana Maroon 5 chamou fãs de todo o mundo para ajudá-los a compor uma música em uma sessão de 24 horas. O single foi inspirado 100% pelos fãs, desde a letra à melodia, que puderam interagir via Twitter e Facebook com suas sugestões aparecendo em um painel no estúdio durante a gravação do vídeo. O resultado foi a canção Is Anybody Out There.

Já os britânicos do The Vaccines produziram um clipe com ajuda dos fãs por meio da plataforma de postagem de fotos Instagram. A banda quis saber o que seus fãs fizeram de diferente em algum verão. As imagens foram postadas no Instagram com a hashtag #vaccinesvideo. As imagens escolhidas foram usadas no clipe oficial de Wetsuit. A banda abriu até um site para o projeto: www.vaccinesvideo.com

Com essa nova cultura digital, o crowdsourcing criou uma força de trabalho invisível. 70% do conteúdo vem das multidões e a Internet transformou-se num excelente meio para alcançar o público e hoje, sustenta a maior parte dos grandes projetos.

Apesar das mídias terem se tornado o mais poderoso negócio do século 21, há muito o que aprender. De acordo com Gil Giardelli, um dos maiores especialistas brasileiros em cultura digital, das pessoas presentes na Internet, apenas 1% produz conteúdo, 4% replica e 95% aprende.

(Image Source doodletilt.tv)

70% do conteúdo vem das multidões

 

Fontes: Revista INFO, http://info.abril.com.br/noticias/mercado/para-onde-vai-o-crowdsourcing-31082011-45.shl

http://info.abril.com.br/noticias/extras/o-crowdsourcing-e-o-fim-das-agencias-04072011-36.shl

http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing

http://www.gilgiardelli.com.br/blog/

http://www.ypsilon2.com/blog/tag/crowdsourcing/